Vacina contra o Covid-19 é aprovada: tudo sobre o uso emergencial
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Vacina contra o Covid-19 é aprovada: tudo sobre o uso emergencial

Vacina contra o Covid-19 é aprovada: tudo sobre o uso emergencial

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No último domingo (17), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso da vacina do Instituto Butantan e da Fiocruz contra o Covid-19, que já ultrapassa a marca de 200 mil mortes pelo País.

A primeira dose da vacina CoronaVac, desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Butantan, teve seu primeiro pedido para uso no dia 08/01/2021. Porém, horas depois, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),  solicitou o registro de uso emergencial da vacina desenvolvida pela AstraZeneca em conjunto com a Universidade de Oxford.

Anvisa aprova vacina contra o Covid-19

No mesmo dia da aprovação, pudemos acompanhar a primeira dose da CoronaVac ser aplicada em São Paulo. Trata-se da enfermeira Mônica Calazans, que por ser hipertensa e diabética, pertencia ao grupo de risco.

Além de trabalhar em UTI é ela quem cuida da mãe já idosa de 72 anos, que até o momento não foi atingida pelo vírus. A dose foi aplicada no Hospital Emílio Ribas.

vacina
Mônica Calazans recebendo a vacina CoronaVac em São Paulo. | Foto: Reuters.

CoronaVac

A vacina usa os vírus inativos expostos ao calor e a produtos químicos para não se reproduzirem. Assim, eles não conseguem nos deixar adoecer, pois criam uma resposta imune em nosso organismo, que o faz capaz de nos defender da doença, impedindo-os de atingir nossas células.

O que é o uso emergencial? 

As vacinas para uso emergencial só podem ser usadas em um público-alvo pré-definido e por um prazo predeterminado. Clínicas privadas não são autorizadas a aplicar esse tipo de vacina, sendo apenas o SUS responsável por aplicar a vacina emergencial.

E o que é uso definitivo?

Essa, sim, pode ser aplicada tanto em instituições privadas como em públicas, fazendo isso em grande escala. Porém, só pode ser distribuída a partir de estudos completos e comprovados.

O que se sabe até o momento é que a intenção do estado é vacinar profissionais de saúde da linha de frente, idosos e indígenas.

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Por Melissa Evelyn Prado Silva – Fala! Universidade Cruzeiro do Sul

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