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Crítica: Vingadores – Ultimato

Crítica: Vingadores – Ultimato

Os Vingadores morreram. Vida longa aos Vingadores. Os milhões que assistiram metade dos habitantes do universo Marvel se transformar em vapor nos telões nos momentos finais de Guerra Infinita, no ano passado, precisavam de uma continuação para colocar tudo nos eixos.

Quase um ano depois, Vingadores: Ultimato chega prometendo muitas coisas: vingança, redenção, e um tempo de duração que é um atentado a todo mundo que deixou o carro no estacionamento do shopping. Mas o filme vai cumprir com todas as expectativas, dividindo as três ambiciosas horas entre grandes heróis, eras e batalhas insuperáveis.


Quando a história se inicia, no entanto, os heróis sobreviventes de Guerra Infinita não parecem dispostos a encarar a missão. Tony Stark (Robert Downey Jr.) se encasula em uma barraca no campo, Viúva Negra (Scarlett Johansson) está encarando problemas pelo Espaço enquanto come sanduíches de manteiga de amendoim fajutos, Thor (Chris Hemsworth) passa seus dias bebendo cerveja e tendo ataques de pânico em um roupão.

Até a Capitã Marvel (Brie Larson) tem outras galáxias para se preocupar. Mas o Homem Formiga (Paul Rudd) tem o segredo que pode ajudar os Vingadores avoltarem no tempo e coletar as Joias do Infinito que provocaram o terrível estalar de dedos de Guerra Infinita.

Isso significa mais uma chance para ver o Capitão América (Chris Evans) e o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) mostrar os poderes com o escudo e o arco e flecha. Também é uma chance de ver Hulk (Mark Ruffalo), que aprendeu a dominar seu super poder, finalmente combinando a força do Hulk com o cérebro Banner.

Thanos, ainda é um formidável anti-herói, com sua bravata ameaçadora – “Eu sou inevitável”, ele fala mais de uma vez – e seu queixo furado, como uma grande baleia de veludo. Ah, e os diretores Joe e Anthony Russo, veteranos do MCU, dessa vez se superaram, filmando com maestria cada cena, e dando valor e relevância a cada herói que surge na tela. Os diálogos são divertidos e bem escritos, e a narrativa tem um ritmo equilibrado que quase nos faz esquecer que estamos há 3 horas sentados em uma sala de cinema.

Com nada mais, nada menos que o destino do mundo em ameaça, Ultimato tem uma urgência esperada, mas também, uma inevitável melancolia – não por tudo que foi perdido, mas por tudo que não vai voltar. Depois de 11 anos, 22 filmes, e incontáveis pós créditos fazendo referência a Easter Eggs, Vingadores – Ultimato encerra 10 anos de filmes do MCU com maestria.



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