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Peças de teatro na Anhembi Morumbi – confira a programação para o mês de dezembro!

Por Thiago Dias – Fala! Anhembi

 

O Teatro é uma manifestação artística que está presente na vida do homem desde a Grécia antiga.

No século VI A.C, haviam rituais sagrados que recebiam o nome de ” Festas dionísias”, realizadas em homenagem à Dionísio – Deus do vinho, do teatro e da fertilidade. Esses rituais aconteciam uma vez por ano na primavera, período em que se fazia a colheita do vinho naquela região.

O Curso de Teatro da Universidade Anhembi Morumbi:

O Curso de teatro prepara o futuro profissional para aprender na prática como funciona a profissão.

Seu diferencial é o projeto integrado entre bacharelado (formação do ator/atriz) e licenciatura (formação do professor/a). O Aluno se forma com dois diplomas, que oferecem ampla oportunidade no mercado de trabalho.

Confira a programação de apresentações do final de semestre:

Todo final de semestre os alunos são dirigidos por um dos professores da disciplina de interpretação que divide a turma em grupos de produção; divulgação, figurino, sonoplastia e cenário para que o espetáculo possa acontecer. A Universidade oferece apenas o Teatro experimental para realizar a apresentação.

À Prova de Fogo de Consuelo de Castro.

Direção: Simoni Boer

– Dia 01/12 – Sexta Feira, ás 20h

– Dia 02/12 – Sábado, ás 17h e 20h.

Sinopse: Após um golpe baixo na democracia brasileira em 1964, os jovens foram a voz do povo, bem articulados eles não temeram nem a própria morte para conseguir livrar o Brasil. Entre o amor pela pátria e o exílio, estudantes trocaram a estabilidade de suas vidas por atos de coragem, enfrentar o destino cruel de morrer pela pátria em troca da tão sonhada liberdade. Liberdade que custou um alto preço a pagar, muitos jovens morreram em prol desse sonho utópico. Mas que mesmo assim não fugiram da luta e depois de 21 anos de tortura e repressões de todos os tipos se viram livres. O suor e sangue desses jovens nos motiva a contar a história de uma parcela de pessoas corajosas que mesmo sabendo de seu destino não perdiam a oportunidade de gritar contra o governo.

Homens de Papel de Plínio Marcos.

Direção: Simoni Boer

– Dia 08/12 – Sexta-Feira, ás 20h

– Dia 09/12 – Sábado, ás 17h e 20h.

Sinopse: Um texto escrito há 50 anos, porém, assustadoramente atual. Seria Plínio Marcos um vidente ou nossa sociedade um completo atraso? “Homens de Papel” aborda a história de um grupo de catadores de papel que vende quilos e mais quilos a um homem que, compra-lhes o papel, e, mais tarde, revende à uma fábrica. Eles levantam uma greve contra o explorador – que também é explorado – , na eterna luta de classes entre o aprisionador e o verme da sociedade, criando uma metáfora nada longe de tudo aquilo que olhamos todos os dias nas ruas, mas não vemos.

O Pagador de promessas de Dias Gomes

Direção: Osvaldo Hortêncio

– Dia: 05/12 – Terça-feira, ás 17h e 20h

Sinopse: A história se passa na década de 60, na Bahia, e começa com uma promessa. Zé do Burro pede que Santa Bárbara salve seu burro, que fora ferido por um galho de árvore. Como na cidade não havia uma igreja dedicada à santa, a promessa foi feita em um terreiro de candomblé, onde a santa ganha o nome de Iansã.

Zé do Burro, portando uma cruz nos ombros, e sua mulher, Rosa, caminham sete léguas do sertão baiano até Salvador com o intuito de pagar a promessa. Chegam a Salvador de madrugada, alojando-se nas escadarias da igreja dedicada à santa. São interpelados pelo sedutor Bonitão, que se aproveita da ingenuidade de Zé do Burro para seduzir Rosa. A mulher resiste no início, mas acaba por passar a noite com ele em um quarto de hotel.

Gota D’ Água de Chico Buarque e Paulo Pontes

Direção: Marcelo Braga

14/12 – Quinta-feira, ás 20h

15/12 – Sexta-feira, ás 11h e 20h

16/12 – Sábado, ás 17h e 20h

Sinopse: ‘Gota d’água’ é uma ‘Medeia’ e brasileira. Chico Buarque e Paulo Pontes se reuniram para revitalizar o texto de Eurípedes, escrito quase meio milênio antes de Cristo, submetendo-o uma injeção de nossa realidade urbana. ‘Medeia’ é uma história de reis e feiticeiros. ‘Gota d’água’ é uma história de pobres e macumbeiros. Medeia é Joana, mulher madura, sofrida, moradora de um conjunto habitacional. Jasão aqui é Jasão mesmo, ainda jovem, vigoroso, sambista que desponta para o sucesso com uma música chamada ‘Gota d’água’. Creonte também conserva o nome, e na nossa peça é o todo-poderoso do local, dono das casas, muito rico, o poder corruptor por excelência. A filha de Creonte é Alma, mocinha de veleidades pequeno-burguesas. A aia de Medeia é Corina, amiga e confidente de Joana, que enquanto lavam roupa vão desenrolando o fio da história.

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