Liga das Nações de Vôlei Feminino: prévia das semifinais
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Liga das Nações de Vôlei Feminino: prévia das semifinais

Liga das Nações de Vôlei Feminino: prévia das semifinais

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Após quase um mês de competição, o torneio de vôlei chega à sua fase final, com jogos disputados na cidade de Rimini, na Itália

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Logo e a bola usada na Liga das Nações de Vôlei. | Foto: Reprodução/Volleyball World.

Há poucos meses da disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio, a Liga das Nações de Vôlei Feminino está chegando à sua fase final, mostrando ser um ótimo torneio preparatório para as Olimpíadas, que ocorrerão posteriormente. Após 15 partidas, Estados Unidos, Brasil, Japão e Turquia se classificaram para a semifinal. Os duelos serão disputados na próxima quinta-feira (24), com a grande decisão marcada para sexta-feira, às 14h30 no horário de Brasília. Todos os jogos estão sendo realizados na cidade de Rimini, na Itália.

Liga das Nações de Vôlei Feminino

Estados Unidos – um dos favoritos a vencer o torneio de vôlei

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Jogadoras dos Estados Unidos em uma partida da Liga das Nações de Vôlei Feminino. | Foto: Reprodução/Volleyball World.

Os Estados Unidos terminaram na liderança da primeira fase, com a campanha de 14 vitórias e apenas uma derrota (para a China, na última rodada). O técnico Karch Kiraly levou força máxima para a disputa da competição, definindo as últimas atletas que estarão ou não nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

A maior pontuadora da equipe é a oposta Andrea Drews, que joga no JT Marvelous, do Japão, com 114 pontos. A levantadora Jordyn Poulter tem 178 bolas acertadas, com somente quatros erros cometidos. Por fim, a líbero Justine Wong-Orantes também se destaca, sendo uma das melhores da competição, com 164 defesas no total. Os Estados Unidos enfrentarão a Turquia amanhã (24) às 14h30.

Brasil

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Camila Brait e Fe Garay em uma partida da Seleção Brasileira. | Foto: Reprodução/Volleyball World.

Multicampeão internacional, o Brasil tenta se recuperar após a derrota para a China nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016 e chegar forte em Tóquio. Na primeira fase, a equipe comandada pelo treinador José Roberto Guimarães ficou na 2ª colocação, com 13 vitórias e duas derrotas.

A maior pontuadora da seleção é a oposta Tandara, que atua no Osasco. Ela já marcou 224 pontos, sendo 197 de ataque, 22 de bloqueio e 5 de saque. A levantadora Macris é uma das melhores da posição no torneio, sendo a 4ª que mais acerta e uma das que menos comete erros na Liga das Nações de Vôlei. Destaque também para a Carol Gattaz, principal jogadora do Minas no título da última Superliga e que, aos 39 anos, irá viver a sua primeira Olímpiada em julho.

Japão

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Atletas japonesas em ação pela Liga das Nações Feminina de Vôlei Feminino. | Foto: Reprodução/Volleyball World.

Brasil, Estados Unidos e Holanda. Esses foram os países que derrotaram o Japão nesta Liga das Nações. Jogando em casa nos Jogos Olímpicos, o time asiático vai buscar o tricampeonato olímpico ou tentar pelo menos voltar ao pódio, já que caiu nas quartas de final na última Olimpíada.

Para isso, a técnica Kumi Nakada conta com um elenco muito forte e entrosado. No ataque, a oposta Sarina Koga é bastante eficiente, com 225 pontos feitos. A jovem Mayu Ishikawa é a atleta com a melhor recepção do torneio, tendo acertado 151 bolas. A líbero Mako Kobata também merece ser observada, por conta de sua agilidade e precisão na defesa.

Turquia

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Equipe da Turquia festejando a classificação para a semifinal. | Foto: Reprodução/Inside the Games.

A Turquia foi a última equipe a conseguir a classificação para as semifinais, pois precisou vencer a Coreia do Sul e a Holanda na última semana para garantir a sua vaga. Seu treinador é o italiano Giovanni Guidetti, que já treinou as seleções da Alemanha e da Holanda, sendo vice-campeão europeu em quatro oportunidades (2011, 2013, 2015 e 2019).

A principal pontuadora deste time é a oposta Ebrar Karakurt, de apenas 21 anos, com 243 pontos marcados. A central Eda Erdem Dündar é a 2ª melhor bloqueadora do torneio de vôlei, enquanto a líbero Simge Şebnem Aköz já efetuou 198 defesas na competição.


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Por Victor Fardin – Fala! PUC-SP

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