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Para quem não conhece, o Escadopatia é um projeto do aluno de publicidade e propaganda do Mackenzie, Caio Tinton, que desenvolveu sua ideia a partir da vontade de levar a arte e a expressão do aluno para o espaço físico da sua universidade. No caso, o local escolhido para a intervenção foram as escadas do prédio Reverendo Wilson, e por isso o nome do projeto. Conversamos com ele para entendermos um pouco mais sobre o objetivo e a finalidade de sua iniciativa.

01 – Caio, o seu projeto trabalha diretamente com artes visuais. Você acredita que o desenho pode transformar e formar opiniões?

Com certeza! E opiniões sobre vários temas. Dois deles, são que queremos transformar e passar uma nova percepção da escada além da própria arte autoral do aluno, que hoje em dia está sempre e absolutamente subutilizada pela faculdade. Logo agora no começo do projeto já escutei de alunos e professores que o percurso na escada parece ser mais curto e está mais agradável.

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02 – Como foi a aceitação do projeto por parte da instituição? E por parte dos alunos?

A instituição, mais especificamente o diretor do CCL, Alexandre Huady, tem sido muito aberto às ideias que trazemos inclusive na nossa primeira conversa quando fui apresentar o projeto. Ele, junto aos coordenadores, tem ajudado muito na parte burocrática e intermediação com a segurança e reitoria.

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03 – Você se inspirou em outros projetos que trabalham com intervenção urbana, ou em nomes conhecidos do grafitti e da pichação, para começar a estruturar o Escadopatia?

Foi uma mistureba de influências. Eu imaginei que isso fosse possível por lembrar de exposições que aconteciam nas escadas de incêndio do SESC Paulista. Achei que seria um jeito legal de recuperar um espaço com o exemplo do túnel estação paulista, que hoje em dia é um sebo. Nosso método de divulgação foi quase que exclusivamente inspirado em Banksy, a outra parte, em Nietzsche, mas só para um cartaz, e logo tem muito de Escher, uma brincadeira com o 2D e 3D.

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04 – Por quais motivos você acredita que vale a pena tirar um projeto do papel e divulgá-lo?

Nesse caso é por que acreditamos que trará um bem coletivo a quem olha e a quem faz. Divulgar faz parte de alcançar atenção das pessoas,  elas que vão nos dar o feedback.

05 – Por fim, qual é a missão do Escadopatia?

Principalmente trazer a arte autoral dos alunos para apreciação e reconhecimento alem dos trabalhos solicitados durantes as disciplinas e com isso ter como conseqüência desafogamento dos elevadores, incentivo ao uso das escadas e a vida saudável, impedir o vandalismo, tornar o ambiente mais agradável, recuperar um espaço pouco utilizado, fazer aumentar a interação entre os alunos de diversos cursos e semestres, estreitar o dialogo estudante-faculdade e dar uma oportunidade para desenvolver habilidades. São esses alguns dos objetivos, risos.

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Fique a vontade para mandar um beijo para quem quiser, agradecer quem colaborou para o projeto acontecer, para seus amigos e etc.

– Mesmo estando no começo é essencial agradecer Laura Lopes, João Pedro Pietro, Felipe Blesa e o Paulo Costa que estão juntos comigo desde dos primeiros momentos do projeto. Não seria possível que isso rolasse sem as conversas que tivemos e nem sem o apoio do Diretor do CCL, Alexandre Huady, os coordenadores dos cursos e o Guilherme Caltabellota da secretaria.

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Por: Marcelo Gasperin – Fala!M.A.C.K

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