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Depressão entre os Jovens

Depressão entre os Jovens


Por Redação Fala!Universidades

Que a depressão foi considerada como o “mal do século” pela Organização Mundial de Saúde, todos já sabem. Mas agora, chegou a hora de desmistificar esta doença que atinge 5,8% dos brasileiros e entender a fundo porque ela atinge tantos jovens em todo o mundo.

O que é depressão?

A depressão nada mais é do que um desequilíbrio causado no cérebro por fatores biológicos, psicológicos e sociais, que causam uma sensação de infelicidade constante. Ou seja, é por isso que atinge tantos jovens, pois biologicamente o jovem está mais suscetível para esta doença, tendo em vista que seus hormônios estão passando por uma fase de adaptação, além de estarem vulneráveis psicologicamente por viverem uma fase de transição para a vida adulta e, consequentemente, de aceitação social.

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Por que a depressão acontece?

Por um desequilíbrio bioquímico cerebral, o corpo começa a produzir menos serotonina, a substância diretamente ligada a sensação de bem-estar, e consequentemente a perda de interesse pela vida acontece. Sendo assim, a pessoa começa a não ter mais vontade de encontrar amigos, sair de casa, entre outras atividades.

Qual a diferença entre tristeza profunda e depressão?

Tristeza é um dos sintomas da depressão, mas não a caracteriza por completo. A tristeza é algo pontual, que pode chegar a durar longos períodos, mas que em algum momento irá passar. Já a depressão é contínua e deverá ser tratada como uma doença. Normalmente, um quadro de depressão só é diagnosticado após 6 meses da aparição dos primeiros sintomas.

Outro fato que diferencia a tristeza da depressão é a falta de vontade de agir e de se sentir incapaz. Quando você está triste você realiza suas atividades e obrigações como ir à faculdade e ao trabalho, nem que seja de mal humor. Já a depressão te traz a sensação de incapacidade de levantar da cama e começar o dia, fazendo com que você tenha problemas em cumprir com suas obrigações.

Perfil de pessoas propensas à depressão:

– excessivamente autocríticas;
– com baixa autoestima;
– traumatizadas por abuso sexual, agressões, etc.;
– traumatizadas na infância;
– com histórico de depressão na família;
– consumidores excessivos de álcool ou drogas;
– com problemas de auto aceitação;
– consumidores de comprimidos para dormir;

Sintomas da Depressão:

– Perda de interesse e prazer pela vida;
– Angustia e ansiedade;
– Cansaço extremo;
– Fraqueza;
– Alto grau de irritabilidade;
– Choro constante;
– Desespero;
– Baixa autoestima;
– Insônia;
– Pensamentos sobre suicídio;
– Disfunções sexuais;
– Sensação de impotência ou incapacidade;

Obs: se você identificou pelo menos 4 destes sintomas em você, durante um longo período, existe a chance de você estar depressivo.

Como tratar a depressão:

Na maioria das vezes acontece um trabalho conjunto entre psicólogo e psiquiatra. O psicólogo irá levantar as causas do problema e o psiquiatra irá receitar a ingestão de remédios que ajudam a regular a química cerebral.

Remédios mais utilizados:

Em primeiro lugar, é preciso saber que nem sempre um medicamento terá o mesmo efeito em diferentes pessoas. Portanto, a ida ao médico é imprescindível, pois apenas ele poderá indicar qual é o melhor para o seu tipo de depressão. NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico.

– Amitriptilina
– Fluoxetina
– Paroxetina
– Sertralina

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Drogas: duração, efeitos e abstinência

– Dificuldades em aceitarmos a depressão

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