Crítica: Por que ler 'Os Sete Maridos de Evelyn Hugo'?
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Crítica: Por que ler ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’?

Crítica: Por que ler ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’?

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Publicado no ano de 2017, escrito por Taylor Jenkins Reid, com sua escrita viciante e maravilhosa, Os Sete Maridos de Evelyn Hugo ganhava vida. A grande protagonista loira e seu vestido verde conquistaram o coração do público, de modo que o livro virou fenômeno pelo mundo inteiro e todos gostariam que a grande estrela tivesse realmente existido. 

A seguir, confira todos os motivos para ler Os Sete Maridos de Evelyn Hugo e, assim como milhares de leitores, se apaixonar pela personagem e sua história envolvente.

Os Sete Maridos de Evelyn Hugo é uma história envolvente, que irá surpreender.
Os Sete Maridos de Evelyn Hugo é uma história envolvente, que irá surpreender. | Foto: Reprodução.

Todas as razões possíveis para ler Os Sete Maridos de Evelyn Hugo

Neste livro, encontraremos Evelyn Hugo, que é uma grande estrela de Hollywood e adorada por todos, mas nem sempre foi assim. Com uma história de vida complexa e enfrentando inúmeras situações de desconforto, preconceito e machismo no cenário dos anos 50 e 60, Evelyn decide pela primeira vez contar a sua história verdadeira para todos.

Aos 80 anos, a estrela entra em contato com uma revista e decide contar sobre toda a sua carreira, desde como a atriz enfrentava as situações conflituosas que passava, até o que todos queriam saber, seus sete casamentos que nunca foram contados detalhadamente à mídia. Com a condição de que a entrevistadora fosse Monique, uma jornalista nova na área, que só poderá publicar a matéria após a morte da estrela. 

Nessa história, encontramos muito mais do que o simples trajeto de uma atriz hollywoodiana, é uma lição de vida a ser dada, a autora (Taylor Jenkins Reid) conseguiu explorar os assuntos mais polêmicos da sociedade, trazendo uma enorme representatividade no seu texto. Evelyn mostra como lidou com grande maestria com tanta pressão, xenofobia, bifobia, situações de desconforto e abusos, e o machismo escancarado na indústria cinematográfica dos anos 50, que foi quando iniciou sua carreira

É uma história para te fazer rir, chorar, sentir angústia, empatia e muito amor, descobrindo quem nem tudo é o que parece ser. 

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Por Maria Mesquita – Fala! São Judas

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