Crítica de 'O Rei', filme com Timothée Chalamet e Robert Pattinson
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Crítica de ‘O Rei’, filme com Timothée Chalamet e Robert Pattinson

Crítica de ‘O Rei’, filme com Timothée Chalamet e Robert Pattinson

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O filme O Rei está entre uma das obras de época mais prestigiadas na plataforma da Netflix, com uma história baseada no rei Henrique V, o guerreiro.

A obra é marcada pela ascensão do príncipe inconsequente Hal para um rei mal visto pelo povo, o clero e a corte inglesa. O sucessor ao trono tinha um relacionamento conturbado com o seu pai, o rei Henrique IV, o qual travou a guerra entre gerações sobre o território da França. Além disso, tal relação deturpada trouxe o seu irmão mais novo para a linha de sucessão, contudo, o mais novo príncipe morreu no campo de batalha, deixando, assim, o governo de toda a Inglaterra nas mãos de Hal.

Ator Timothée Chalamet interpreta o rei Henrique V da Inglaterra. / Foto: Reprodução.

A morte do rei Henrique IV trouxe ao príncipe rebelde muito mais do que um trono, mas também uma mudança de perspectiva e um desenvolvimento sobre a sua visão no poder. O filme explora bem o drama na corte inglesa no que tange ao maior interesse por terras do que pela honra da Inglaterra.

Dessa forma, o novo rei Henrique V deve lidar com uma guerra que atravessa gerações e se perpetua com a ignorância dos homens medievais.

A Netflix lançou um vídeo explicando a história real do rei Henrique V. Confira:

Netflix explica a história de Henrique V, o rei guerreiro da Inglaterra. / Fonte: YouTube.

Assim, a base histórica dá mais emoção às cenas do filme que foram bastante marcantes, principalmente no discurso do rei com os guerreiros ao mostrar que a Inglaterra não é apenas um território, e sim cada um daqueles homens que arriscam suas vidas na guerra.

A encenação de Timothée Chalamet abasteceu o personagem de vida e realidade, a atuação de um príncipe simples para um rei convicto de seus ideais trouxe uma importante mudança no enredo da história. A atuação de Robert Pattinson também foi bastante destacável, ao fazer o papel do jovem príncipe Delfim da França, esse o qual provocava com insultos, mas que, no final, se debruçou sobre a lama.

O Rei
Encenação de Robert Pattinson como Delfim, príncipe da França. / Foto: UOL.

Dessa maneira, a história da Inglaterra e França foi destacada com o drama que revigora o telespectador e um instigante enredo o qual permite não apenas uma perspectiva dos belos trajes e privilégios da corte portuguesa, mas também da sangrenta e suja guerra entre os homens.

Sobre o filme O Rei

Trailer do filme, disponível na Netflix.

Hal (Timothée Chalamet) é um príncipe rebelde e caprichoso sem ambições de herdar o trono de Inglaterra e que decide viver de forma simples, longe da família real, até a sua vida sofrer uma reviravolta: a morte do seu tirano pai obriga Hal a subir ao trono, como Rei Henrique V, e a assumir a vida à qual tinha tentado escapar. Após a coroação, o jovem tem de aprender a gerir os meandros políticos do cargo, a controlar o caos e a guerra criados pelo seu pai e a lidar com as ligações emocionais da realidade que vivera anteriormente, incluindo a relação com o cavaleiro John Falstaff (Joel Edgerton), seu amigo e mentor.

Disponível na Netflix.

Ficha técnica

Título original: The King
Direção: David Michôd
Duração: 140 minutos
Gênero: Drama
Classificação: 16 anos

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Por Amanda Marques – Redação Fala!

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