Com milhões de plays em músicas, Santti fala sobre "Take Me Home"
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Com milhões de plays em músicas, Santti fala sobre “Take Me Home”

Com milhões de plays em músicas, Santti fala sobre “Take Me Home”

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Recomeçar sempre é um desafio, mas pra Lucas Lorenzetti isso não foi um problema. O DJ e produtor Santti, como é conhecido, depois de formado em Engenharia Civil e com empresa aberta, resolveu largar tudo para seguir seu sonho de viver produzindo e tocando música eletrônica. 

DJ há mais de cinco anos e produtor há mais de dez, Santti apostou em sua carreira na música eletrônica nacional e vem conquistando grande reconhecimento na cena. Ele já tem diversos hits, com altos números de transmissões no Spotify: Sunshine, com Cat Dealers e LoThief (65 milhões), remix de Céu Azul em parceria com Vintage Culture (quase 33 milhões) e Sober novamente com Cat Dealers (24 milhões).

Seu mais novo lançamento é Take Me Home, com o DJ e produtor Nato Medrado, ótima faixa para ouvir se quiser dar uma animada no seu astral. Em 2021, também lançou Phoenix com Diskover e Matthew Parker, falando sobre superação.

Santti
Com mais de 100 milhões de plays em suas músicas, Santti fala sobre Take Me Home. | Foto: Reprodução.

Aproveitamos para conversar com o DJ e produtor. O resultado você confere abaixo.

Entrevista com Santti

1 – Oi, Santti! Obrigado por falar conosco! Como está sendo produzir mais músicas para ouvir no carro ou em casa? Sente falta de soltar bombas para a pista de dança? 

Obrigado vocês pelo convite! Na verdade, estou produzindo música mais pista ultimamente, e apenas esperando um melhor momento para lançar, mas, ao que tudo indica, em junho para frente já começo a mostrar esses sons!

2 – Você está lançando uma nova faixa, a Take Me Home, em parceria com Nato Medrado, cuja sonoridade se assemelha com seu lado B musical. Como foi trabalhar nessa track

Foi tudo muito natural. Já admiro o trabalho do Nato há algum tempo e ele é uma pessoa muito talentosa. Então, foi uma experiência ótima.

3 – Aliás, como você administra essas duas sonoridades do projeto, transitando entre as vertentes da música eletrônica? 

Sempre gostei muito de Calvin Harris e Robin Schulz, então sempre produzi músicas mais tranquilas, usando muita guitarra. Após eu começar a tocar, quis apresentar algumas músicas mais para pista de dança, e acabei criando o lado B, onde consigo explorar meu lado mais melódico e sentimental. É um formato que estou muito feliz.

4 – Além de serem DJs e produtores, o que você e o Nato têm em comum? 

Acho que por sermos instrumentistas, isso facilita muito para a gente conversar e nos entendermos na música.

5 – Falando sobre Take Me Home, conte para a gente cinco lugares que te fazem se sentir em casa. 

  1. São Paulo;
  2. Tangará da Serra – Mato Grosso, onde moram meus pais;
  3. Meu estúdio;
  4. Bahia;
  5. Mato Grosso do Sul, onde morei por nove anos. 

6 – Vimos fotos de diversas viagens nas suas redes sociais. De que forma isso te inspira para produzir? 

Com certeza, viajar é uma das minhas paixões, e de quem não é? Felizmente tive a oportunidade de conhecer vários lugares legais e isso me inspira a voltar para o estúdio e criar coisas novas, sair da zona de conforto.

7 – Você disse em certa entrevista: “Eu acredito muito no poder da música e no que ela pode fazer com as pessoas, porque é o que a música representa pra mim”. Pode comentar um pouquinho mais sobre sua declaração? Quando você descobriu o poder da música? 

A música sempre fez parte da minha vida e nela eu sempre me refugiei, seja em um momento difícil ou feliz. Acho que ela tem o poder de mudar nosso humor, nosso dia a dia, por isso tenho uma paixão muito grande pelo que faço, vivo meu sonho todos os dias!

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