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Cocaína: efeitos, duração e abstinência


Cocaína (pó, coca, farinha, albino, brilho, ratatá)


Que a cocaína deixa toda a sua timidez do lado de fora e deixa você mais expansivo na balada, não é algo surpreendente.

O que você vai ver aqui é a real descrição das sensações causadas pela cocaína, além das reais consequências dele em nosso organismo.

Forma ingestão: nasal

Duração: 4 horas

Risco de dependência psicológica: alto

Risco de dependência física: alto

Efeito: Em curto prazo e em quantidades médias, causa sensação de auto confiança e vigor intenso. Já em maiores quantidades, causa irritabilidade e depressão. Em longo prazo pode causar danos no septo nasal, nos vasos sanguíneos e pode até causar psicose.

No Organismo: Quando aspirada, a cocaína age no sistema nervoso periférico, inibindo a absorção, pelos nervos, da norepinefrina  (algo semelhante a adrenalina). Desta forma, ela potencializa o estímulo dos nervos. Ela também estimula o sistema nervoso central, agindo de forma similar a anfetamina.

 

 

Sintomas de Abstinência:  Cansaço, aumento do apetite, irritabilidade, ansiedade, depressão, perda da capacidade de sentir prazer, distúrbios do sono, retardamento psicomotor e, às vezes, ideação suicida e “fissura” pela droga.

Curiosidade: A folha de coca já era consumida por povos nativos da América do Sul há mais de 5 mil anos, para suportar a fome, a sede e o cansaço. Com a chegada dos espanhóis, a coca acabou sendo usada para fins medicinais, como a cura de resfriados, feridas e para suportar a dor de ossos quebrados. Mais tarde, a cocaína se popularizou como tratamento para toxicodependência de morfina.

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