5 filmes que se passam na Grécia para conhecer o país
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5 filmes que se passam na Grécia para conhecer o país

5 filmes que se passam na Grécia para conhecer o país

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​Na escola, a Grécia nos é apresentada como “o berço da filosofia”, e, por forçarmos majoritariamente nesse tema, é difícil enxergar as outras contribuições desse país para o mundo. 

Entretanto, a Grécia, além de produzir, é cenário de filmes incríveis que fogem do clichê – filosofia, antiguidade e mitologia – e que, por falta de publicidade e divulgação, não chegam ao conhecimento da população. Afinal, quantas vezes você já foi ao cinema e viu um filme grego em cartaz?

Confira 5 filmes que possuem como plano de fundo a Grécia.
Confira 5 filmes que possuem como plano de fundo a Grécia. | Foto: Reprodução.

Pensando nisso, essa lista reúne 5 bons filmes que se passam na Grécia para conhecermos essa realidade que, na maioria das vezes, é pouco explorada.

1. Vamos Beber Ouzo

O filme de 2002, dirigido por Kleoni Flessa, acompanha Sofia, uma mulher que se vê aos 30 anos desempregada. Em busca de dinheiro para sobreviver, a protagonista começa a trabalhar como taxista, nessas andanças, Sofia encontra sua antiga melhor amiga e reata a relação das duas. 

Esse filme é extremamente interessante por mostrar a amizade de uma forma diferente: como se ambas só tivessem uma a outra para enfrentar as adversidades da vida, elas se apoiam e se ajudam. Um drama muito bem filmado e nos traz, mesmo como espectadores, uma certa vontade gigantesca de se ter esse tipo de amizade.

2. Antes da Meia Noite 

Esse filme é, na verdade, o terceiro da trilogia Antes, entretanto, ele é o único que se passa na Grécia. Lançado em 2013, a película de Richard Linklater, acompanha o casamento de Jesse e Celine. O casal, que mora na França, é convidado para uma viagem à Grécia e o filme gira em torno dos acontecimentos desse passeio. 

A obra é desenvolvida, quase que completamente, por meio de diálogos entre os protagonistas. E, ao longo das conversas, percebemos as desavenças que os anos de casamento criaram entre os dois, o que é extremamente empolgante e diferente, com certeza, foi necessário um roteiro muito bem elaborado para executar essa proposta de forma que não ficasse maçante e confuso. 

Tudo isso, com a belíssima paisagem grega no fundo, que traz uma leveza que contrasta com a carga emocional um tanto quanto pesada que os conflitos matrimoniais trazem ao filme.

3. Preparação

Preparação é um filme de drama pesado, daqueles que nos faz pensar por dias e dias a respeito, após terminarmos de assistir. Isso porque ele trata sobre o luto de uma forma que eu, particularmente, nunca tinha visto antes. 

A brilhante Sofia Georgovasili conseguiu, pela obra de 2017, transmitir ao espectador uma angústia tremenda. Ao assistir esse filme, me senti como se estivesse eu mesma de luto. A agonia da protagonista é clara e quase palpável, a saudade dela dói e ficamos imaginando uma forma de entrar dentro e a confortar de alguma forma. 

Com certeza, ao finalizar esse filme, você vai sair distribuindo “eu te amos” para todo mundo de importante na sua vida. 

4. Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!

Esse musical é definitivamente aquele filme de domingo que se assiste para relaxar. Apesar de não ser tão fã de filmes musicais, o novo Mamma Mia, de 2018, tem aquele saborzinho de nostalgia deixado pelo primeiro Mamma Mia!, de 2008.

Além desses dois, existe um outro Mamma Mia, de 1999, que é, na realidade, uma peça musical que inspirou, mais tarde, os filmes.

Toda a paisagem grega combina, de fato, muito bem com a ambientação do filme, assim, o cenário contribui positivamente para a experiência cinematográfica, uma vez que é interessante estar em um ambiente diferente de Nova York. 

  5. O Eterno Retorno de Antonis Paraskevas

O filme, de 2013, dirigido por Elina Psikou, acompanha um apresentador de televisão que está caindo no esquecimento. Para aumentar sua audiência, ele planeja o seu próprio sequestro. 

É interessante assistir esse filme,pois ele nos faz despertar um medo de ser esquecido que nem sabíamos que estava em nós. Mesmo sendo motivo de indignação, a atitude desesperada do protagonista nos causa, de certa forma, empatia, pois, de uma forma, a brilhante diretora consegue fazer com que nos identifiquemos com o personagem que busca sempre estar e ser relevante em seu contexto. 

É um filme que definitivamente nos faz pensar a respeito do nosso lugar no mundo e nosso papel, traz uma reflexão muito legal e também muito importante sobre a essência do nosso ser: ainda existimos se formos esquecidos?

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Por Amanda Chaves – Fala! UFG

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