Willow Smith conta sobre o bem e o mal que a maconha lhe fez
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Willow Smith conta sobre o bem e o mal que a maconha lhe fez

Willow Smith conta sobre o bem e o mal que a maconha lhe fez

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A filha do ator Will Smith, a cantora Willow Smith, de 19 anos, contou em entrevista para o programa Red Table Talk que costumava fumar maconha de forma descontrolada, mas decidiu parar, revelando o bem e o mal que a maconha lhe fez.

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Willow Smith preocupava seus pais por fumar maconha demais. | Foto: Reprodução.

Willow Smith conta benefícios de parar de fumar maconha

De acordo com Willow Smith, após tomar a decisão de parar de utilizar a droga, diversas pessoas que se diziam seus amigos se afastaram, diminuindo seu ciclo social.

Eu não fumo maconha há três meses, especificamente THC. Quando eu parei, realmente pude abrir bem os olhos, porque muitas pessoas que eu chamava de amigas simplesmente se afastaram. É interessante como isso está muito ligado à socialização para mim.

A cantora disse que ao invés de fumar, passou a realizar outras atividades para canalizar sua energia, como a yoga.

Comecei a fazer muita yoga e estava indo bem porque coloquei toda minha energia nisso. Isso me fez pensar no que estava perdendo antes, em todas as coisas que não estava colocando todo meu poder cerebral.

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A filha do ator Will Smith ainda frisou que fumar maconhar a deixava mais ansiosa, sem que ela mesma percebesse.

Nunca entendi que isso [maconha] poderia me deixar mais ansiosa. Estou mais focada agora.

Willow ressaltou que durante a quarentena, recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para conter o novo coronavírus, mesmo se sentindo entediada, está optado por não fazer uso da maconha e canalizar sua energia em outros afazeres.

Fazendo um análise pessoal, a cantora ainda considerou a possibilidade de não gostar tanto de ficar chapada, e sim do ato de fumar.

Antes, quando estava entediada, eu fumava, mas agora, por conta da quarentena, estou entediada e coloco minha energia em coisas diferentes. Percebi que eu realmente gosto da fixação oral, não necessariamente de ficar chapada.

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