U.Mode: jornada dos sócios e cases de sucesso da startup de Fashion PLM
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U.Mode: jornada dos sócios e cases de sucesso da startup de Fashion PLM

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A empresa U.Mode funciona como auxiliadora da indústria da moda, a fim de melhorar a gestão e a eficiência da marca no desenvolvimento de diferentes tipos de coleção de moda. No aplicativo, é possível controlar o status de cada produto, criar uma ficha técnica on-line e padronizada, administrar atividades e prazos, buscar por novos fornecedores e, até mesmo, informar-se sobre as tendências do mercado.

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Plataforma (aplicativo) U.Mode auxilia no processo de criação de moda para estilistas. | Foto: Reprodução.

A startup U.Mode nasceu da iniciativa de três empreendedores: Saulo Arruda, Juliana Ferré e João Risoleo. Eles vivem e respiram moda e inovação e, para conhecer melhor a empresa, nada melhor do que saber um pouco mais sobre a vida de cada um. 

Saulo Arruda – CTO & CO-FOUNDER – é responsável pela área de desenvolvimento e gestão de equipes (back e front end). Ele apresenta mais de vinte anos de experiência com programação e produtos digitais, está há mais de quinze anos como empreendedor e também é mentor de startups e eventos de inovação. Além disso, o CTO é Conselheiro SEBRAE MD, Co-Founder da GamaAcademy e Co-Founder Jera.

Juliana Ferré – CPO & CO-FOUNDER – é responsável pela área de produto, de conteúdo e financeira. A estilista tem mais de quinze anos de experiência e já trabalhou em algumas das principais marcas e grupos de moda: ficou três anos na Diesel (em Londres) e, pela carga de suas vivências, pôde idealizar a U.Mode com base nas reais dificuldades do cotidiano de um estilista e de um líder de time de criação.

João Risoleo – CEO & CO-FOUNDER – é responsável pelo relacionamento com clientes e parceiros. Ele apresenta mais de quinze anos de experiência em criação no mercado da moda, há mais de dez anos empreende e cria startups, além de já ter fundado e liderado uma empresa de tecnologia que se tornou uma das três maiores no segmento fitness do Brasil, sendo também uma das três maiores do mundo no segmento de CrossFit. O profissional também promoveu uma venda ao Grupo Avec e co-fundou a Rodoclube, empresa que já movimenta mais de R$ 200 milhões anuais em fretes e cargas.

Missão de protagonismo

Diferentemente do padrão tradicional de startups, os empreendedores já possuem longa estrada e assumiram a missãode protagonismo no processo de transformação digital da moda. Durante a pandemia, mais de 3.500 empresas passaram pela plataforma U.Mode, que definiu a meta de atender médios e grandes negócios. Diante disso, captaram investimentos com duas redes de Anjos: Anjos do Brasil e Investidores.VC. Também contam com investidores consagrados que já realizaram vendas de algumas das principais empresas de tech do Brasil.

A U.Mode atende algumas das maiores marcas do mercado de moda. Marcas que buscam o processo de transformação digital e entendem a necessidade de começar pela base: criação e desenvolvimento de suas coleções. Com isso, os dados já nascem estruturados e facilitam a análise dos resultados das vendas e, consequentemente, a análise para definição das próximas coleções. A startup projeta crescer mais de 5x no ano de 2021.

Números no mercado da moda

A indústria da moda no país já consegue contar com uma cadeia têxtil completa, incluindo desde produção inicial e final de tecidos, até desfiles de moda. O Brasil também é referência mundial em coleção de sapatos, moda praia, jeans e tem crescido em moda fitness e lingerie. Nessa perspectiva, foi visto que o varejo de roupas somou R$ 231,3 bilhões em 2019 para o País, já o de calçados R$ 55,4 bilhões.

O setor da indústria da moda nacional é considerado o 2º maior gerador de trabalhos, empregando 1,479 milhão de pessoas diretamente e 8 milhões de indiretamente. Além disso, 75% da mão-de-obra é feminina.

Segundo dados da apuração feita pela Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), por meio de perguntas para consumidores do mercado estilístico, 76% dos entrevistados revelaram não realizar compras pela Internet, enquanto 29% pretendiam comprar, mas de maneira econômica.

As manufaturas têxteis movimentaram aproximadamente R$ 164,7 bilhões no ano de 2017 e a produção de vestuário apresentou uma alta de 3,2% em peças e de 1,3% em valores nominais. As vendas no varejo de vestuário arrecadaram R$ 220 bilhões no mesmo ano e dos 149.100 pontos de venda de vestuário, cerca de 35% estão em 571 shoppings.

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Por Meliah Cris – Fala! UFPE

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