Os 5 lugares essenciais para se conhecer em Palau
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Os 5 lugares essenciais para se conhecer em Palau

Os 5 lugares essenciais para se conhecer em Palau

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Mesmo não sendo o primeiro destino que surge à cabeça de viajantes, Palau guarda tesouros naturais incríveis com uma beleza sem igual. O país é um arquipélago composto por mais de 300 ilhas que, juntamente com as ilhas da Micronésia, fazem parte das ilhas Carolinas, localizadas na Oceania. Rodeadas por águas cristalinas e tendo apenas 20,3 mil habitantes no total, Palau é o destino perfeito para descansar e aproveitar a natureza ao seu máximo, fugindo de toda agitação das cidades. Além de ser uma viagem dedicada ao lazer, Palau também oferece experiências históricas e únicas, graças ao seu passado como campo de uma das lutas da Segunda Guerra Mundial.

Feito uma seleção de pontos para agradarem a qualquer tipo de público, separamos os 5 lugares essenciais para todos que têm o país como próxima viagem.

5 lugares para se visitar no Palau

1. Ilhas Chelbacheb (Rock Island)

As Ilhas Chelbacheb estão entre as maravilhas de Palau. | Foto: Reprodução.

Conjunto de ilhas entre Koror e Peleliu, as ilhas Chelbacheb são em grande parte desabitadas e submersas. Elas foram tombadas como um patrimônio mundial pela UNESCO em 2012, graças a sua incrível beleza natural, caracterizada por águas cristalinas, um conjunto de mais de 380 corais, além de diversas espécies, tanto de flora quanto de fauna. 

É nesse complexo em que se encontra o Jellyfish Lake (Lago das Águas-Vivas). Sendo localizado na Ilha de Eil Malk, o lago é um dos pontos altos do país por possibilitar que os turistas mergulhem com as águas-vivas sem se queimar. Graças a falta de predadores na região, as criaturas perderam as toxinas que causam os “choques”, não oferecendo nenhum risco aos que se aventuram a nadar com elas.

2. Ilha de Kayangel

A Ilha de Kayangel é diferente de todas as outras, pois é submersa. | Foto: Reprodução.

A ilha de Kayangel é o que todos nós podemos chamar de paraíso. Por ser praticamente toda submersa e ter águas cristalinas, a ilha forma praias pacíficas sem igual, com uma calmaria revigorante, visto que há apenas uma pequena comunidade vivendo no local. 

3. Ilha de Peleliu

Além de uma paisagem linda, a Ilha de Peleliu, no Palau, é um centro histórico.
Além de uma paisagem linda, a Ilha de Peleliu, no Palau, é um centro histórico. | Foto: Reprodução.

Palau não guarda apenas belezas naturais, mas também grandes capítulos da história do mundo. A Ilha de Peleliu foi palco de um confronto sangrento que durou quase 3 meses entre japoneses e americanos na Segunda Guerra Mundial, deixando mais de 20 mil mortos. Depois do embate a ilha foi deixada com muitos equipamentos (como pedaços de aviões) e edifícios praticamente intocados, tornando possível a aproximação dessa parte da história como poucos lugares do mundo são capazes.

4. Belau Nacional Museum, Koror, Palau

Belau Nacional Museum está disponível para todos os visitantes do país.
Belau Nacional Museum está disponível para todos os visitantes do país. | Foto: Reprodução.

Localizado em Koror, o Museu Nacional Belau foi construído em 1955, onde era um antigo posto policial japonês. A fim de preservar e promover a cultura natural, social e histórica, o local foi formado para mostrar como o arquipélago se mantém até os dias de hoje com as mais belas paisagens naturais e sua herança nacional, tudo especificado em documentos, artefatos, identificação das espécies encontradas nas ilhas, entre outros elementos culturais.

5. Nikko Bay (Baía de Nikko), Palau

Nikko Bay é um santuário das águas-vivas no Palau.
Nikko Bay é um santuário das águas-vivas no Palau. | Foto: Reprodução.

Contendo a maior floresta de corais de Palau, a Baía Nikko (Nikko Bay) é o lugar perfeito para passeios de canoa e mergulhos. Por ser protegida de ventos e ondas, esses animais apresentam uma variedade de tamanho e formato difíceis de serem encontrados em outras partes do mundo. A fortaleza de corais também é acompanhada de cavernas submersas de calcários, formando um verdadeiro espetáculo submerso. 

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Por Maria Clara Nunes – Fala! Centro Universitário Belas Artes de São Paulo

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