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Cafeína: modinha ou não?

Cafeína: modinha ou não?


De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café – ABIC, o consumo interno de café no Brasil chegou a 21 milhões de sacas, no período de novembro de 2017 a outubro de 2018. Isso representa um crescimento de 4,80%, com relação ao mesmo período do ano anterior. Esses números  mantém o Brasil como o segundo maior consumidor de café do mundo.

Fonte: ABIC 

A cafeína, um dos principais componentes do café, é uma substância lipossolúvel e sua ingestão oral é absorvida pelo trato gastrointestinal muito rápido, podendo alcançar concentração máxima na corrente sanguínea entre 15 e 120 minutos após o consumo. No fígado, órgão responsável por metabolizar-la, a enzima CYP1A2 promove a sua quebra e depois distribuição por todos os tecidos e órgãos.

Entre seus seus benefícios estão: retardamento da fadiga muscular, melhora da concentração, combate ao cansaço, aumento do desempenho da função cerebral, auxílio na prevenção da depressão, diminuição do risco de doenças degenerativas; estímulo à produção de insulina e efeito diurético. Entretanto, pode desenvolver diferentes reações nos indivíduos, pois cada um pode apresentar sintomas específicos, são eles: boa metabolização ou intolerância. Altas concentrações podem ocasionar taquicardia, náuseas, cefaleia, insônia e agitação. Por isso, o seu consumo à noite deve ser feito com cautela ou em casos específicos.

Para atletas ou praticantes de atividades físicas, é muito bom que ela seja um estimulante natural, pois atua no sistema nervoso central – SNC, inibindo os receptores de adenosina, um neuromodulador que diminui a atividade celular e tem ação calmante. Está presente em produtos como refrigerantes, chás e comprimidos para gripe ou outros sintomas, mas para as pessoas que buscam-o como pré-treino, uma boa solução é o formato cápsula. 

Suplementação de cafeína

O efeito ergogênico da cafeína durante o exercício físico pode ser explicado por algumas teorias. A primeira envolve o seu efeito direto no sistema nervoso central, afetando a percepção subjetiva de esforço ou a propagação dos sinais neurais entre o cérebro e a junção neuromuscular. A segunda, pressupõe o efeito direto da sobre coprodutos do sistema musculoesquelético. Já a terceira diz respeito ao aumento na oxidação das gorduras e redução na oxidação de carboidratos. 

Pessoas que sofrem com doenças como gastrite, hipertensão arterial, arritmias cardíacas e enxaqueca devem evitar o consumo regular. A ingestão diária deve estar entre 3 e 6 miligramas por cada quilo de peso corporal. Mas alguns estudos sugerem que a ingestão deve ficar entre 200 e 300mg. É interessante que o consumo não seja frequente, pois o organismo pode se acostumar e o efeito não ser tão satisfatório como o esperado.

Uma outra alternativa são as cápsulas compostas não somente de cafeína, como o BodyFit Caps. A indústria já conta com diversos produtos com o ingrediente, como também outros compostos naturais, a maioria com efeito diurético e para acelerar o metabolismo.  

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