'Black Mirror': veja 4 lições para o marketing digital
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‘Black Mirror’: veja 4 lições para o marketing digital

‘Black Mirror’: veja 4 lições para o marketing digital

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Com a criação de novas formas de entretenimento graças à inovação da tecnologia, nossa imaginação sobre os próximos anos pode ir muito além do esperado. A série britânica Black Mirror idealiza o futuro em diversas possibilidades e episódios que podem ser aconchegantes em sua jornada ou chocantes com seus desfechos. Separamos quatro das lições deixadas pela polêmica série e que se relacionam com o que é marketing digital e com a presença tecnológica na vida das pessoas. Confira!

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Saiba lições deixadas em Black Mirror para o marketing digital. | Foto: Reprodução.

Propaganda interativa

Após a série ser comprada pela Netflix, o sucesso veio fácil e, em dezembro de 2018, chegou na plataforma o filme Black Mirror: Bandersnatch, que mostrou uma história simples, mas com uma execução diferente. O filme, parecido com um jogo, é interativo, onde as ações permitem rumos distintos para o protagonista e criam finais diferentes a cada escolha.

Bandersnatch foi inovador por oferecer liberdade aos telespectadores e gerou bastante repercussão por sua ideia principal, incluindo polêmicas pelas ações que o protagonista tinha como opção. É uma inovação para a área do marketing digital pois permite maior autonomia ao cliente, além de mostrar como estabelecer uma relação de proximidade com os consumidores.

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Filme Black Mirror: Bandersnatch. | Foto: Reprodução.

Experiências imersivas

Assim como a lição mencionada acima, a imersão em conteúdos on-line, além do usual computador e dos dispositivos móveis, é importante para a interação do consumidor, o que pode trazer maior repercussão ao anúncio. Como a série traz diversas opções a cada episódio, é fácil listar quais são as histórias que têm uma experiência imersiva como apoio e até quais estão próximas da realidade.

Na quinta temporada, lançada em junho de 2019, o episódio Striking Vipers, gravado em São Paulo, mostra um jogo on-line com capacidade de realidade virtual (VR). O jogador é imerso nas fases de batalha como se estivesse vivenciando-as. Além disso, na terceira temporada, o episódio Playtest mostra o inverso, com elementos do jogo presente no ambiente real do jogador. Ambas as possibilidades já são atuais no mundo dos games, mas podem ser novidades em propagandas.

Black Mirror e o marketing digital
O episódio Striking Vipers retrata a, já conhecida, VR. | Foto: Reprodução.

Cultura do like

No episódio Nosedive, da terceira temporada, as pessoas recebem notas a partir do seu desempenho na sociedade e que ditam certos luxos para sua vida, como andar em primeira classe no avião, comprar um apartamento sofisticado e até conseguir um emprego. Na trama, estrelada por Bryce Dallas Howard, o ensinamento está em como a experiência do público dita sua reputação. Em aplicativos como Uber, Airbnb e 99, os consumidores também podem oferecer notas, ditando assim o futuro e as notabilidades dos motoristas e donos das casas, por exemplo.

cultura do like
Episódio mostra como funciona a cultura do like. | Foto: Reprodução.

Limites da tecnologia

Questões sobre monitoramento, comercialização de informações e invasão de privacidade on-line também são discutidas em Black Mirror nos episódios The Entire History of You, Arkangel e Shut Up and Dance, respectivamente. Assim, é demonstrado que a tecnologia também exige cuidados e limites, pois existem riscos desconhecidos pela maioria da população. A segurança de prevenir invasões, monitorar servidores privados na nuvem e o cuidado sobre a comercialização de dados on-line vale tanto para empresas do marketing digital quanto para consumidores.

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Por Niara Viana de Brito – Fala! PUC

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