Orgulho LGBT+: confira cinco séries para assistir na Netflix
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Orgulho LGBT+: confira cinco séries para assistir na Netflix

Orgulho LGBT+: confira cinco séries para assistir na Netflix

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No mês de junho, o orgulho LGBT+ é comemorado mundialmente em razão da Rebelião de Stone Wall que aconteceu em 1969. O levante foi uma série de manifestações da comunidade LGBT contra a polícia de Nova York, EUA, que marcou a história da luta pela diversidade. Assim, anualmente, no sexto mês do ano, o orgulho LGBT+ tem sido celebrado por marcas, empresas, institutos, famosos e muito mais. E a Netflix não fica de fora.

No catálogo do streaming, você encontra uma variedade de produções aclamadas que comemoram a diversidade e abordam a temática de modo excelente. Pensando nisso, confira cinco séries que celebram mês do orgulho LGBT+.

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Confira cinco séries para conhecer mais sobre o orgulho LGBT+ | Foto:Montagem/Reprodução

CINCO SÉRIES DA NETFLIX PARA CELEBRAR O ORGULHO LGBT+

1. Sex Education (2019)

Na trama, Otis (Asa Butterfield) é um adolescente que possui dificuldades para se relacionar com outras pessoas e mora com sua mãe Jean Milburn (Gillian Anderson), que trabalha como terapeuta sexual. Por estar cercado por diálogos e vídeos sobre sexo, Otis acaba se tornando um especialista no assunto e, junto a sua amiga Emma Mackey (Maeve Wiley), abre uma espécie de clínica de terapia sexual na escola.

A produção se tornou um dos maiores sucessos da Netflix por retratar temáticas relevantes que, por vezes, não são debatidas devido a uma série de tabus. Além disso, a vida de Eric, personagem negro e gay de Sex Education, revela os inúmeros desafios que jovens que assumem a homossexualidade enfrentam diariamente.

2. Pose (2020)

Ambientada em Nova York na década de 80, Pose retrata a vida de Blanca Rodriguez (MJ Rodriguez), que ao ser diagnosticada soropositiva, decide deixar sua madrinha Elektra (Dominique Jackson) para fundar sua própria “casa”, que acolhe um grupo de pessoas, entre elas gays e trans. Assim, o grupo se reúne para participar de competições LGBT+ que serviam como refúgio para a comunidade. A cultura dos bailes que popularizou nesse período foi fundamental para conquista da diversidade no contexto social norte-americano.

Em 2019, o ator Billy Porter venceu prêmio de melhor ator em série dramática no Emmy por sua performance na obra. Além disso, Pose marcou a história da TV norte-americana por apresentar um elenco com o maior número de pessoas trans.

3. Orphan Black (2013)

Em Orphan Black, Sarah Manning (Tatiana Maslany) presencia um suicídio de uma mulher que se parece com ela em uma estação de trem. Assim, ela decide assumir a identidade da falecida para tentar resolver seus problemas financeiros. Contudo, sua trajetória se dificulta ao se encontrar com três mulheres que são semelhantes a ela.

Com cinco temporadas, a série original da BBC America, que teve seus direitos comprados pela Netflix, possui um elenco bem diverso e apresenta personagens que trazem a representatividade.

4. Feel Good (2020)

Nesta comédia dramática, a biografia de Mae Martin, que interpreta ela mesma na série, é retratada. Ela deseja conquistar espaço no stand-up comedy em Londres. Durante sua trajetória, ela conhece George (Charlotte Ritchie), uma espectadora dos seus shows. Assim, após se conheceram, elas iniciam uma relação amorosa enquanto Mae precisa lidar com as dificuldade de se manter sóbria.

A obra mostra como um relacionamento consegue proporcionar força para que uma pessoa supere suas próprias limitações, além de abordar os dilemas enfrentados por casais LGBT+.

5. Ratched (2020)

Assim como em Bates Motel, Ratched traz uma história dentro de um dos maiores clássicos do cinema: Um Estranho no Ninho (1975). A trama dá ênfase à vida da enfermeira Mildred Ratched (Sarah Paulson) no hospital psiquiátrico, onde experimentos incomuns são feitos com a mente humana.

Na série criada por Ryan Murphy, a protagonista vivencia um romance com Gwendolyn Briggs (Cynthia Nixon). A narrativa foca em mostrar como Ratched rejeita os padrões da heterossexualidade.

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Por Lucas Kelly – Redação Fala!

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