Havaí: confira cinco filmes que se passam no estado dos EUA
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Havaí: confira cinco filmes que se passam no estado dos EUA

Havaí: confira cinco filmes que se passam no estado dos EUA

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Conhecido como o quinquagésimo estado, o Havaí não apenas raramente é explorado por grandes obras de Hollywood, mas, quando aparece, é visto como um lugar exótico, esperando para ser explorado. Danças de hula, colares de flores e praias paradisíacas constituem o imaginário de muita gente, contudo, e quem realmente vive nas ilhas e arquipélago do centro do Oceano Pacífico?

Com a estreia do filme romântico Sob o Mesmo Céu – originalmente apelidado de Aloha, que é uma expressão típica de saudação ou despedida – decidimos procurar os cinco melhores filmes cujas tramas se desenrolaram para este propósito incrível terreno. Entre os clássicos inesquecíveis e os mais modernos, o Havaí que encontramos aqui está definitivamente longe dos clichês mais tradicionais. Confira!

havaí
Confira cinco filmes que se passam no estado dos EUA. | Foto: Reprodução.

Filmes que se passam no Havaí

Soul Surfer: Coragem de Viver 

Como um dos destinos de surfe mais populares do mundo, o Havaí é o cenário para esse drama baseado em fatos reais. Bethany Hamilton tem apenas 13 anos e já é uma atleta campeã responsável por movimentos incríveis na prancha. Ela nasceu e foi criada à beira-mar, vivendo em um ambiente livre e nutrida por seus pais (interpretados por Dennis Quaid e Helen Hunt).

Então, quando a tragédia aconteceu, ela não se decepcionou. O que aconteceu foi um ataque de tubarão, que acabou atingindo seu braço esquerdo. A sua dedicação e dedicação ao desporto e ao mar é maior que esta adversidade, e é vital para ela ultrapassar o trauma e regressar à água. A jovem Anna Sophia Robb defendeu de todo o coração o papel da protagonista, mostrando que somos, na verdade, um produto do nosso ambiente de vida – para ela, o Havaí não é apenas apaixonado pelo lazer, mas o mais importante, sua própria filosofia de vida.

Havaí 

Agora um pouco esquecido, essa foi a primeira grande produção de Hollywood a usar o arquipélago havaiano como cenário de sua trama. Este filme é dirigido por George Roy Hill e reúne uma equipe de verdadeiras estrelas, como Julie Andrews, Max von Sidor, Gene Hackman e Richard Harris, que são os personagens principais. Esse filme fala sobre um missionário rigoroso e sua linda esposa indo ao Havaí para converter os habitantes locais em palavras cristãs. Claro, nem tudo será tão simples. Essa nova cultura logo entrará em conflito com os costumes e hábitos locais, resultando em uma série de conflitos.

Com um orçamento de até 15 milhões de dólares americanos – um recorde na época – ganhou sete indicações ao Oscar, incluindo efeitos especiais e fotografia, e ganhou dois Globos de Ouro, melhor trilha sonora e melhor atriz coadjuvante para Jocelyn La Gad, que é natural da área. Um épico com tudo que a expressão tem direito, e que demonstra muito bem, quase meio século após o lançamento, como esse destino quase desconhecido pela maioria dos norte-americanos era visto com exotismo e muita fantasia.

Lilo & Stitch

A amizade de uma menina órfã e um experimento alienígena que só quer destruir tudo que vê pela frente é uma aposta inusitada que a Disney fez quando o estúdio desabou. Porém, esse enredo maluco com muita companhia entre diferentes personalidades acabou se tornando uma fanática perseguição dos fãs de animação. O ambiente havaiano é incrível para Stitch. Esta bizarra criatura parecida com um coala é misturada com qualquer outro animal azul imaginável. Extremamente selvagem e paradoxal, ele não sabia como lidar com a areia, o verde e o mar ao redor. Quem consegue colocar um pouco de sensatez na cabecinha é Lilo, a garota criada pela irmã mais velha.

Obviamente, haverá uma amizade incompreensível entre os dois e, ao mesmo tempo, será verdadeira e pouco exigente, gerando situações emocionantes e interessantes, ninguém é exigente. Na verdade, existe uma questão: o tempo está se esgotando. Quando o filme acaba, a gente quer mais Lilo, mais Stitch e mais dancinhas de hula hula. Quando os produtores conseguem deixar o público com esse gostinho de “quero mais”, pode ter certeza que a receita deu certo.

Como se Fosse a Primeira Vez 

A maioria das comédias estreladas por Adam Sandler é embaraçosa e irritante para o público, especialmente as comédias que ele tem feito nos últimos anos. No entanto, se houver um filme fofo e interessante que possamos encontrar em seu catálogo de filmes, podemos encontrá-lo aqui.

A segunda colaboração entre Sandler e Drew Barrymore permitiu ao ator interpretar Henry Rose, um veterinário do Havaí que se apaixonou pela bela Lucy Whitmore. A coisa entre eles foi perfeita de imediato, e se ela não tivesse a síndrome de Goldfield, ela poderia permanecer neste estado, o que a fez perder sua memória mais recente no final do dia, forçando Henry a reconquistá-la todas as manhãs.

A dupla principal mostrou grande charme em seus respectivos papéis e desenvolveu uma bela dinâmica, enquanto o roteiro passava a maior parte do tempo criando truques eficazes. Claro que, ocasionalmente, vemos os sinais típicos das comédias de Sandler (um leão-marinho vomitando e a presença de Rob Schneider interpretando o melhor amigo de Henry são alguns exemplos), mas isso não incomoda muito diante da simpatia do longa.

Os Descendentes 

Estrelado por George Clooney, o longa é exatamente o que podemos esperar de Alexander Payne. O diretor de tem se especializado em dramas de tons cômicos, sempre com um protagonista perdido em si mesmo. O roteiro é baseado no livro homônimo escrito pela havaiana Kaui Hart Hemmings e é ambientado no Havaí.

Matt King vê sua vida mudar quando sua mulher sofre um acidente de barco e, já em coma, o deixa responsável pelas suas duas filhas. Ele nunca foi um homem de família, sempre colocando o trabalho à frente de tudo. O momento não poderia ser pior para ele. Além de ter de resolver o que fazer com terras deixadas de herança, ele ainda descobre que sua mulher possuía um amante.

Quem já conhece o trabalho de Payne pode prever que pouca coisa acontecerá de fato. As ações são mais internas do que externas, com uma notável preocupação com o desenvolvimento de personagens. Aproveitando bem as paisagens do Havaí e a cultura local (note que a trilha é toda composta por músicos havaianos legítimos), este é o típico pequeno grande filme. Pequeno no escopo, grande nas temáticas filosóficas.

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Por Sabrina Ferreira – Fala! Centro Universitário Brasileiro de Pernambuco – Recife

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