Debate sobre Violência de Gênero e Racismo no Futebol
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Público relata a importância do evento e também como funciona o engajamento de clubes brasileiros perante violência de gênero e racismo

Promovido pelo Pacaembu, um bate-papo no Museu do Futebol sobre a iniciativa de campanhas de clubes brasileiros em relação ao racismo e a violência de gênero dentro do esporte.

Esse evento forneceu um bate-papo com integrantes do time do Bahia que debateram principalmente sobre o racismo e violência de gênero dentro e fora de campo que estão acontecendo nos dias atuais.

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Segundo Tiago Cesar dos Santos, diretor de administração da equipe do Bahia, o time vem mostrando que um grande clube não é aquele que só ganha jogos, mas sim que procura trazer campanhas com ações afirmativas, ou seja, buscam eliminar a desigualdade na sociedade.

Nelson Barros, gerente de comunicação do clube relata que “Tudo começou com um rival comentando no Twitter que quem usava as camisas do Bahia, eram pessoas de baixa renda e a partir daí, nós da área de comunicação decidimos falar sobre pautas humanitárias, mostrando que o ódio do futebol deve ser realmente tratado, aderindo isso de forma orgânica”.

 Uma integrante da plateia, Alice Laurindo conta que decidiu ir ao evento pelo fato de trabalhar na parte do direito esportivo e que também possuía um interesse de saber o que o time Bahia estava realizando. “O Bahia percebeu que o futebol é um microcosmo da sociedade e que é um ambiente interessante para discutir pautas como essas” diz Alice.

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Além das diversas campanhas, como combater a intolerância religiosa, a homofobia, racismo e violência de gênero, o clube tem tomado atitudes fora das redes sociais, como criando aplicativos que mulheres possam usar dentro do estádio, denunciando assédios imediatamente. 

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Por Marina Genaro – Fala! Mackenzie

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