Crítica: Uma análise completa da série 'Outer Banks'
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Crítica: Uma análise completa da série ‘Outer Banks’

Crítica: Uma análise completa da série ‘Outer Banks’

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A série americana se passa na ilha de Outer Banks, na Carolina do Norte. A obra explora as aventuras adolescentes dos “Pogues” – nome que os protagonistas da série usaram para se denominarem como grupo – misturando ação, drama, mistério e suspense, traz uma narrativa um tanto quanto fantasiosa acerca de uma busca pelo Pai de John B, que acaba desencadeando em uma “Caça ao tesouro”.

Análise crítica de Outer Banks

A série Outer Banks possui diversos momentos que remetem e causam um sentimento de nostalgia em relação à liberdade e relação com os amigos que se tem na adolescência. 

O ponto principal da narrativa da série foi baseado no caso do Merchant Royal.
O ponto principal da narrativa da série foi baseado no caso do Merchant Royal. | Foto: Reprodução.

O principal ponto a ser explorado na série é a busca pelo tesouro que teria afundado com o Navio Royal Merchant (uma referência clara ao navio Merchant Royal, que se encontra submerso no Canal da Mancha, a aproximadamente 100 metros, depois de ter naufragado contendo estimadamente 100 mil barras de ouro, 400 de prata e diversas joias, totalizando o valor de 1,1 bilhão de libras de mercadorias) e a partir dessa busca os Pogues se envolvem em diversas confusões e acabam recrutando mais um membro para o grupo.

Um dos personagens de Outer Banks.
Um dos personagens de Outer Banks. | Foto: Reprodução.

A segunda temporada, principalmente, é repleta de momentos místicos, talvez inexplicáveis, que deixam o telespectador intrigado. Apesar disso, não creio que seja alguma falha no enredo ou algo do tipo, e sim algo proposital, para deixar quem assiste curioso e até um pouco revoltado, tanto é que logo após a segunda temporada ter sido lançada, começaram as suposições sobre a terceira temporada e se ela traria uma explicação sobre essas questões e situações que alguns espectadores estranharam – e o meu palpite é que sim, a terceira temporada deve abordar e explicar tais momentos.

Opinião Geral

A série de duas temporadas é uma ótima pedida para aqueles que tem um lado aventureiro e/ou curta belas paisagens, pois o roteiro é repleto de ação e aventura, em um cenário paradisíaco. Essa série, diferentemente da maioria das séries teen (como Control Z, Elite, e Never Have I Ever), vale a pena “perder o tempo” assistindo. Assim como disse Madelyn Cline, a atriz que interpreta Sarah Cameron, uma das co-protagonistas, em uma entrevista a Revista WWD: “It’s definitely an escapist show”, ou seja, é uma série que vai te distrair e desligar sua mente de qualquer coisa relacionada ao mundo real.

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Por Bernardo Augusto E Silva Monteiro – Fala! Uerj

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