Auschwitz: 75 anos de libertação dos prisioneiros pelo Exército Vermelho
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Auschwitz: 75 anos de libertação dos prisioneiros pelo Exército Vermelho

Auschwitz: 75 anos de libertação dos prisioneiros pelo Exército Vermelho

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Em 27 de janeiro de 1945, o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, foi tomado por tropas soviéticas, exterminando mais de 1 milhão de pessoas. Hoje, segunda-feira (27), aconteceu uma cerimônia que reuniu sobreviventes do holocausto e celebraram os 75 anos de libertação dos prisioneiros Auschwitz das tropas soviéticas.

Sobreviventes voltam a Auschwitz, na Polônia, nesta segunda-feira (27), para cerimônia que marca 75 anos da liberação do campo de concentração  — Foto: Aleksandra Szmigiel/ Reuters
Fonte: G1

Auschwitz-Birkenau é considerado o maior símbolo do genocídio ocorrido durante a Segunda Guerra Mundial, durante o nazismo.

Das pessoas que participaram da cerimônia, muitas estavam caracterizadas com vestimentas que lembravam os uniformes dos prisioneiros do campo de concentração. Os sobreviventes caminharam até o célebre portal de ferro com a inscrição “Arbeit macht frei” (“O trabalho liberta”, em tradução livre do alemão para o português). Andrzej Duda, presidente polonês, também estava presente. As pessoas ainda aproveitaram para depositar coroas de flores perto do “muro da morte”.

Sobrevivente chora no campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, nesta segunda-feira (27), durante cerimônia que lembra os 75 anos da libertação  — Foto:  Jakub Porzycki / Agência Gazeta via Reuters
Fonte: G1

Presumia-se por volta de 200 sobreviventes na cerimônia, entre eles, judeus vindos de vários países, como Israel, Estados Unidos, Austrália, Peru, Rússia, Eslovênia, entre outros.

O que o campo de concentração de Auschwitz representa

Campo de Concentração de Aushwitz é conhecido por ter sido o local de extermínio de pessoas (a maioria judeus) praticado pelos nazistas durante a II Guerra Mundial.

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Adolf Hitler, ao assumir a liderança política da Alemanha e propagada pelo termo Terceiro Reich, começou a proclamar a necessidade de se exterminar alguns grupos que ele considerava indesejáveis para a sociedade alemã, e que podiam frear a recuperação do país dos danos sofridos após a Primeira Guerra Mundial e da crise econômica de 1929. Com isso, o ditador viu a necessidade da criação dos campos de extermínio.

Muitos alemães viram em Hitler a esperança de uma nova pátria, renovada. Sob uma postura radical, portanto, foi que Adolf Hitler reergueu a Alemanha e a afastou do cenário catastrófico, até, pelo menos, o final da última guerra.

Hoje o campo se tornou um grande memorial da Guerra, e já conta com mais de 25 milhões visitantes, desde a sua abertura, em 1947.

Kate Middleton compartilha fotos do campo de concentração de Auschwitz

A duquesa Kate Middleton decidiu divulgar em suas redes sociais duas fotos tiradas por ela mesma em que aparecem dois sobreviventes do Holocausto em companhia de seus netos.

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As part of the commemorations for the 75th anniversary of the end of the Holocaust, The Duchess of Cambridge has taken photographs of two Holocaust survivors with their grandchildren. The first photograph features Steven Frank with his granddaughters, Maggie and Trixie. Alongside his mother and brothers, Steven was sent to Westerbork transit camp then to Theresienstadt. Steven and his brothers were 3 of only 93 children who survived the camp – 15,000 children were sent there. The Duchess also photographed Yvonne Bernstein with her granddaughter Chloe. Yvonne was a hidden child in France, travelling in the care of her aunt and uncle and frequently changing homes and names. The Duchess said: “I wanted to make the portraits deeply personal to Yvonne and Steven – a celebration of family and the life that they have built since they both arrived in Britain in the 1940s. The families brought items of personal significance with them which are included in the photographs. It was a true honour to have been asked to participate in this project and I hope in some way Yvonne and Steven’s memories will be kept alive as they pass the baton to the next generation.” The portraits will form part of a new exhibition opening later this year by @holocaustmemorialdaytrust, Jewish News and @royalphotographicsociety , which will feature 75 images of survivors and their family members. The exhibition will honour the victims of the Holocaust and celebrate the full lives that survivors have built in the UK, whilst inspiring people to consider their own responsibility to remember and share the stories of those who endured Nazi persecution. Portraits ©The Duchess of Cambridge

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A primeira fotografia mostra Steven Frank com as suas netas, Maggie e Trixie. Tal como a sua mãe e os seus irmãos, Steven foi enviado primeiro para o campo de Westerbork e depois para Theresienstadt. Steven e os irmãos eram 3 das 93 crianças que sobreviveram ao campo “15.000 crianças foram enviadas para lá”, diz um trecho do texto de Kate Middleton referindo-se a uma das imagens.

Dizia um trecho do post da duquesa.

E completou Kate:

Eu queria tornar os retratos muito pessoais para Yvonne e Steven, uma celebração da família e da vida que eles construíram desde que chegaram à Grã-Bretanha, na década de 1940. As famílias trouxeram consigo itens de importância pessoal, que foram incluídos nas fotografias.

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