'Assassin's Creed': Análise após 13 anos e 11 jogos
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‘Assassin’s Creed’: Análise após 13 anos e 11 jogos

‘Assassin’s Creed’: Análise após 13 anos e 11 jogos

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Há 13 anos, ocorreu o lançamento do primeiro jogo de uma das franquias de videogame mais populares deste século: Assassin’s Creed. O jogo, até então meio desconhecido pelo público em geral, trazia conceitos de gameplay bastante interessantes, como uma mecânica de parkour jamais vista, e um enredo bem complexo, que cativou muitos daqueles que tiveram a experiência de jogá-lo. Fazendo com que as críticas feitas ao projeto fossem, em geral, positivas e também fossem o suficiente para que a desenvolvedora de games francesa, Ubisoft, criasse uma sequência dois anos depois. 

Essa sequência foi chamada de Assassin’s Creed 2 e foi considerada um enorme sucesso tanto crítico quanto comercial. O game usou como base tudo aquilo que havia funcionado no primeiro título e, ainda por cima, evoluiu.

Fora isso, observamos o nascimento de um dos personagens de videogame mais adorados da história: Ezio Auditore da Firenze, que, para muitos, foi o principal responsável por alavancar o sucesso da franquia e trazer uma “época dourada” à Ubisoft.

Assassin's Creed
Ezio em Assassin’s Creed: Broterhood. | Foto: Assassin’s Creed Wiki.

Assassin’s Creed: Trajetória até os dias de hoje

Após o estrondo da Ezio Trilogy, a desenvolvedora estabeleceu um plano de lançar um jogo anualmente (quando não dois), algo que fez com que, durante oito anos seguidos, tivéssemos um título novo da franquia e, consequentemente, uma queda na qualidade da maioria dos lançamentos.

O plano durou até 2015 quando, no ano seguinte, a Ubisoft, após observar uma baixa nas suas vendas, anunciou que tiraria um período sabático. Então, após um 2016 sem anúncios, em 2017, a empresa lançou Assassin’s Creed: Origins. Esse jogo foi um divisor de águas na série que, a partir daí, passou a ser rotulada como um RPG, algo que foi responsável por trazer novos fãs e, ao mesmo tempo, deixar os antigos cada vez mais saudosistas. 

Depois de 2018, com o lançamento de Assassin’s Creed: Odissey, a empresa passou por mais um ano sem nenhum anúncio, até que, em abril, cerca de um mês atrás, foi confirmada a produção de Assassin’s Creed: Valhalla, o décimo segundo título da saga. 

A expectativa em torno da produção, uma das primeiras que chegará à nova geração de consoles, é imensa. Várias informações sobre o jogo já foram dadas e a principal é que novamente o sistema RPG estará presente e, assim como Odissey, será possível escolher jogar com um personagem masculino ou com um feminino. Além disso, o mundo aberto será levemente maior que o game anterior. 

Assassin's Creed: Valhalla
Arte conceitual de AC: Valhalla. | Foto: GameUP24.

Porém, a real questão que agora paira sobre Valhalla não é em relação à jogabilidade, mas se o título será capaz de novamente colocar a Ubisoft como uma das protagonistas na indústria de games e, certamente, para isso, será necessário muito mais do que um bom gameplay.  O fato de ter como diretor criativo Ashraf Ismail, que esteve atrás das produções de Black Flag e Origins, parece ser algo positivo, porém, só após o lançamento descobriremos se isso é realmente verdade.

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Por Bruno Marquesini – Fala! Cásper

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