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O que rolou de melhor no Festival Sons da Rua

O que rolou de melhor no Festival Sons da Rua


No último sábado (02/11), nós do Fala! Universidades cobrimos a 4ª edição do Festival Sons da Rua, que aconteceu na Arena Corinthians, em Itaquera.

O evento foi um sucesso, quase 10 horas de atividades, além dos shows no palco principal, que eram os carros chefes, tiveram também o palco das batalhas de improviso, patrocinado pela TNT Energy drink, um estande da Kanui, que estava distribuindo cordões para o público e também um espaço para criação de tranças no cabelo, todos esses chamaram a atenção do público.

No palco principal, que teve como embaixador e apresentador o Rapper Thaide, ocorreram os shows mais esperados, Cynthia Luz, Djonga, Rincon Sapiência, Karol Conka e Criolo. Além disso, a final da batalha de improviso aconteceu por lá, Tody x Salvador levantaram o público com os improvisos, e a rapper Tody levou a melhor, ficou com o prêmio e levou a bolada de 2 mil reais da premiação.

Fazendo uma análise geral, a apoteose do festival pode ser definida em dois momentos, ou melhor, em dois shows, de Djonga e Criolo, as duas atrações não decepcionaram e levaram o público ao delírio.

Djonga, que entrou no palco às 16h, mesclou músicas dos álbuns mais antigos junto ao lançado no começo do ano, o disco “Ladrão”. Já no final do show, na última música Olho de Tigre, famosa pelo refrão “Fogo nos racistas”, o momento mais marcante da apresentação. Djonga atravessou a pista no meio do povo e cantou junto a ele a música. 

Djonga, de verde, no meio da multidão

E Criolo, o nome mais esperado, o responsável por fechar o festival, fez isso com maestria, com um show de quase uma hora e meia, fez uma apresentação memorável, politizada, com críticas ao atual governo de Jair Bolsonaro, em certo momento, puxou o grito de “Ele Não!” e também à homofobia, pediu ao público que respeitassem todos, sem distinção de orientação sexual, em ambos os momentos, foi ovacionado.

Criolo não se prende apenas no rap, é um artista sem rótulos, no repertório teve samba e mpb, acompanhado de sua banda, com bateria, guitarra e teclado, cumpre o que promete, uma unanimidade, fechou o Sons da Rua com chave de ouro.

De modo geral, a avaliação pós festival é extremamente positiva, sem grandes transtornos, os serviços funcionaram, o público, heterogêneo e diverso, aproveitou os shows e as atividades. O Festival Sons da Rua grava cada vez mais seu nome como um influente projeto de sucesso que engrandece a cultura hip hop no país!

E se você não conseguiu ir, não tem problema, a edição de 2020 já está confirmada! Fica ligado nas redes sociais do Fala! Ou do Festival Sons da Rua para maiores atualizações.

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Por Gabriel Herbelha – Fala!Cásper

Foto de capa: Rafael Strabelli

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