Coronavírus: Como estão as universidades durante a pandemia
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Estudantes contam como  universidades reagiram à epidemia do coronavírus

Estudantes contam como universidades reagiram à epidemia do coronavírus

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A pandemia do novo coronavírus já afeta todos os setores, inclusive a educação. Diante dessa situação, escolas e faculdades tiveram de tomar medidas para conter o avanço da doença.

Apesar da necessidade de parar as aulas presenciais para evitar a proliferação da Covid-19, os ambientes estudantis começaram a estudar alternativas viáveis de prosseguir este primeiro semestre letivo.

Encerramento das aulas, anulação dos primeiros seis meses do ano e adoção do ensino à distância foram algumas das opções discutidas pelos reitores das universidades.

Dessa forma, cada instituição de ensino tomou uma providência para responder à epidemia. Veja nesta matéria como algumas das principais universidades do Brasil têm lidado com a pandemia do novo coronavírus.

Universidade Federal de Pernambuco – PE

Por Vinicius Mariano e Meliah Cristina – Universidade Federal de Pernambuco

A princípio, uma reunião foi agendada para o dia 16 deste mês (março) e adiantada para o dia 15. Na reunião, foram debatidas as medidas que as instituições universitárias que fazem parte do Consórcio Pernambuco Universitas iriam aderir frente à nova pandemia enfrentada pelo mundo – a do coronavírus.

Então, a fim de conter a disseminação do vírus no Estado, os reitores optaram por interromper as atividades acadêmicas até o dia 31 de março e, ao fim do período, realizar uma nova análise para saber se esse prazo seria prorrogado ou não.

Uma medida tomada pelo reitor, Alfredo Gomes, foi de não adesão do ensino à distância durante a quarentena, o que substituiria as aulas presenciais, pois cerca de 35% da composição dos alunos da UFPE são de baixa renda. Ademais, os cursos de graduação possuem 42 mil alunos e 109 cursos, 104 sendo presenciais.

Isso se deve à política de cotas que começou a ter ingresso em 2013 que tinha como objetivo incluir os estudantes de baixa renda dentro da instituição. De acordo com o reitor Alfredo Macedo Gomes, aderir a substituição de aulas presenciais pelas on-line, nesse contexto social da universidade, seria colaborar para a livre circulação de estudantes que precisassem usar os aparelhos eletrônicos necessários para as aulas na casa de um amigo ou até mesmo em espaços públicos de LAN house, fato que o governo tenta evitar com a quarentena.  Além disso, há cursos que precisam de aulas práticas como, por exemplo, Medicina.

Por isso, visando esses alunos e as dificuldades enfrentadas por eles, seja no acesso a um meio tecnológico ou a internet de qualidade, essa modalidade de ensino acaba sendo prejudicial na aprendizagem dessa parcela de alunos.

faculdades em meio ao coronavírus
Universidade Federal de Pernambuco. | Foto: Reprodução.

Já os cursos de pesquisa e pós-graduação têm a opção de realizar as defesas de dissertação ou tese por videoconferência, com o devido auxilio do orientador e do coordenador do curso. Novas salas do Moodle UFPE não serão abertas, mas as já existentes serão reabertas apenas para atividades de estudos e pesquisas. Entretanto, nenhuma avaliação poderá ser feita.

Além disso, a universidade continua com alguns serviços essencias para alguns estudantes – nem todos conseguiram voltar para as suas cidades de origem – como o Restaurante Universitário, por exemplo, que está operando com o expediente reduzido e servindo 3 refeições (desjejum, almoço e janta), mais o lanche, caso aluno seja da casa estudantil.

Escolas e universidades – públicas e particulares – devem permanecer fechadas até segunda ordem a fim de conter a disseminação da pandemia no estado. A UFPE postou um esclarecimento em seu site oficial declarando que ainda sim “articula ações em redes de laboratório e grupos de pesquisa – e de extensão – para contribuir com medidas de enfrentamento da pandemia.”.

A Universidade Federal de Pernambuco afirma que “durante o período de suspensão das atividades acadêmicas, nenhuma atividade realizada presencial ou virtualmente (em redes sociais, salas de conversação, chats, e-mails ou quaisquer outros meios eletrônicos) será reconhecida como atividade docente de ensino relacionada à carga horária das disciplinas cadastradas no semestre 2020.1.”

A partir do dia 22 de março passou a valer, também, a determinação do governo de Pernambuco sobre o fechamento de serviços, obras e comércios específicos. De acordo com o governador Paulo Câmera (PSB), há somente exceções nos seguintes comércios: “Supermercados, padarias, mercadinhos, farmácias, postos de gasolina, casas de ração animal, depósitos de água mineral e gás, além de obras de serviços essenciais, como o hospital, abastecimento de água, gás, energia e internet”.

Sobre as voltas às aulas, o reitor afirma que ainda estão monitorando a gravidade e a complexidade da situação para possivelmente prorrogar o prazo de suspensão das aulas. O pronunciamento deixou em aberto se o calendário seria adiado para 2020.2 e todo o período do início do ano seria descartado ou se a pausa seria descontada dos meses de férias dos alunos e, no fim, não alteraria a data de conclusão do curso.

A Agência de Notícias da UFPE (Ascom) pede que os alunos aguardem ainda um comunicado oficial. A retomada das atividades acontecerá conforme o andamento da situação da pandemia em comum acordo com as orientações da Secretaria de Saúde e do Consórcio Pernambuco Universitas.

Faculdade Cásper Líbero – SP

Por Helena Barbosa Geraldes – Faculdade Cásper Líbero

A Faculdade Cásper Líbero foi pega de surpresa com a pandemia do coronavírus. As aulas e atividades com os estudantes foram suspensas por tempo indeterminado.

Em relação ao esquema das aulas online, diversos professores estão relatando dificuldades para passar o conteúdo previsto, visto que a maioria está na base do improviso. Muitos estão se superando e se esforçando ao máximo para mandar slides, PDFs, áudios e leituras complementares no e-mail das salas ou por meio da plataforma Google Sala de Aula. Até lives no Facebook foram utilizados para a aprendizagem. Apesar de um pouco sucateado, os alunos estão se organizando e dando o maior apoio nesse momento de crise.

Como uma alternativa de facilitar as aulas e os conteúdos on-line, a coordenadoria da Cásper, em conjunto com professores e alunos, a partir da semana que vem, já estarão utilizando uma nova plataforma: a Microsoft Teams. Nessa semana, o corpo docente receberá instruções e orientações a respeito dessa nova ferramenta.

cásper líbero sem aulas
Faculdade Cásper Líbero. | Foto: Reprodução.

Universidade Presbiteriana Mackenzie – SP

Por Carina Gonçalves – Universidade Presbiteriana Mackenzie

Durante essa fase de quarentena de prevenção do coronavírus, algumas universidades, para não parar o semestre, optam pelo ensino EAD.

A partir da segunda semana de março, sugiram casos de alunos com coronavírus nas universidades, como PUC, USP e Mackenzie. Logo, o conselho das instituições foram, gradualmente, suspendendo as aulas e, por solução, cada lugar está empregando um modo de manter a programação do semestre, com dificuldades.

No Mackenzie, as aulas foram suspensas na sexta-feira (13) até segunda-feira (23), fechando todos os portões e dando aos alunos uma semana livre, visando decidir como encaminham.

Assim, no meio da semana, divulgaram uma nota estendendo a suspensão até dia 18 de abril e atividades dos professores de todos os cursos divulgadas na plataforma Moodle. Entretanto, no primeiro dia o site sobrecarregou e tiraram do ar no prazo de até sexta-feira (27).

A ESPM e a FECAP adotaram a medida, que está funcionando bem aos alunos de seguir a programação normal via vídeo transferência Zoom e Moodle, tendo atividades conforme o estabelecido e as provas adiadas.

Contudo a FECAP também, pensando nos alunos sem computador e internet em casa, está fornecendo apoio, de acordo com Leticia, namorada de um estudante de Ciências Contábeis na instituição.

Fazer o sistema de EAD dar certo na ESPM foi por meio do treinamento dos professores e investimento na plataforma Zoom. Somando a disponibilidade de tutoriais passados pela universidade na semana anterior para os alunos aprenderem a mexer no básico da plataforma.

No zoom, eles mudaram o jeito das aulas para ficar algo mais didático e eles estão se disponibilizando para ficarem depois da aula e conversarem conosco.

Mariana Saab, 19 anos, aluna de Publicidade e Propaganda da ESPM

Ela e os colegas pensavam que seria horrível o EAD e queriam a redução da mensalidade até domingo, um dia antes do início das aulas on-line. Apesar de ter mudado de opinião, prefere ter aulas presenciais, mas acha bom o modo de exercício das aulas.

mackenzie sem aulas
Universidade Presbiteriana Mackenzie. |Foto: Reprodução.

Além das universidades particulares, nas públicas, a medida mais usada é o cancelamento do semestre. Entre as universidades estão a UNB, a UFSC e o IFSP. O conselho de ensino avaliou o problema de boa parte dos alunos ao acesso de computador e internet em casa, que não conseguiriam seguir as aulas em EAD.

Faculdades com presença de cursos on-line, como o IFSP, foram mantidos e os presenciais suspensos. Nessa instituição avaliou-se os alunos sem acesso ao computador e internet, mas também o prejuízo dos cursos práticos, como de Arquitetura.

Essa preocupação com os alunos sem condição de cursas o EAD também está presente nas particulares, perguntando aos bolsistas quem teria a limitação para encontrarem um jeito de ajudar.

Escola Superior de Propaganda e Marketing – SP

Por Mariana Saab – Escola Superior de Propaganda e Marketing

No início, nós pensamos que seria horrível ter EAD, então fomos pedir para a universidade diminuir a mensalidade até domingo antes de termos a aula.

Na semana passada, a universidade disponibilizou tutoriais de como os alunos poderiam mexer no Zoom ou, pelo menos, ter o básico. A ESPM investiu no Zoom e no treinamento da equipe e dos professores.

A gente entra pelo canvas para o Zoom e as aulas estão marcadinhas, então, é só nos clicarmos .

espm sem aulas
Escola Superior de Propaganda e Marketing. | Foto: Reprodução.

Nesse semestre da faculdade era aquele que mais teríamos trabalho fora e estão fazendo tudo para mudar, está super didático e, ao mesmo tempo, não está algo muito monótono. Nos preferiríamos ter aula presencial, mas o que eles estão fornecendo para nós está bom.

Ainda está tendo um problema ou outro na conexão de um aluno, mas eles [os professores] super entendem e nem marcam falta para esse aluno. A faculdade também mandou uma mensagem para os bolsistas para verificar se teriam dificuldade no EAD.

PUC, Pontifícia Universidade Católica – SP

Por Isabela Cagliari – Pontifícia Universidade Católica

Depois de abaixo-assinado para fechar a universidade, carta dos professores à reitoria pedindo o encerramento das atividades e comunicado do governador João Doria (PSDB) para cerrar suas portas, a PUC-SP resolveu encerrar as atividades acadêmicas somente por um dia, na segunda-feira (16).

No entanto, após reuniões com órgãos sanitários, a comunidade puquiana resolveu manter a suspensão das aulas presenciais até o dia 30 de março. Nesta semana, por outro lado, a reitoria anunciou que todos os campi permanecerão fechados por 15 dias, a partir do dia 24 deste mês.

A fim de não prejudicar o semestre, a Pontifícia aderiu às tecnologias Moodle e Microsoft Teams. Por enquanto, as aulas on-line têm sido bastante interativas e os professores mostram estar empenhados em entender as novas ferramentas.

De acordo com os professores de Jornalismo, esta não é a melhor opção, mas é a que temos no momento. O ensino à distância tem possibilitado a continuidade do semestre e tem mostrado um fenômeno único: cada vez mais, os alunos rezam para que as aulas voltem a ser presenciais.

puc sem aulas
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. | Foto: Reprodução.

Universidade Federal do Rio de Janeiro – RJ

Por Larissa Carvalho – Universidade Federal do Rio de Janeiro

A princípio, eram só 15 dias. Não comprometeria tanto o calendário acadêmico, poderíamos reorganizar os estudos e dar uma corridinha contra o tempo durante o semestre.

Depois de uma semana longe da universidade, os índices de suspeitos e contaminados pelo Covid-19 só aumentavam. Nos noticiários, nenhuma perspectiva de melhora. Especialistas apontando, no mínimo, mais três meses até que tudo voltasse ao normal.

E foi assim que os nossos 15 dias de suspensão se transformaram em incerteza, imprecisão e incógnita: no dia 23 de março, a UFRJ emitiu nota suspendendo, por tempo indeterminado, as aulas.

Não há atividade interna na universidade – salvo unidades de saúde – nem eventos externos, como festas universitárias e recepção de calouros. A orientação é que os setores administrativos funcionem remotamente. O acesso à Escola de Comunicação, por exemplo, é restrito.

Candidatos aprovados em terceira chamada estão com matrícula suspensa e o quadro de ingressantes para o primeiro semestre permanece incompleto.

Os, aproximadamente, 1400 laboratórios de pesquisa da universidade analisaram o que poderia ser suspenso ou reduzido, direcionando o foco apenas às atividades que não podem ser interrompidas.

De cinco Restaurantes Universitários, apenas dois estão funcionando. Ônibus foram disponibilizados pela Prefeitura Universitária para deslocamento dos funcionários da universidade, com destino a cinco unidades do Complexo Hospitalar.

ufrj sem aulas
Universidade Federal do Rio de Janeiro. | Foto: Reprodução.

Casos especiais

No dia 17 deste mês, a UFRJ noticiou que um servidor técnico-administrativo da Coordenação de Políticas de Saúde do Trabalhador (CPST) foi diagnosticado com o coronavírus. Na sexta-feira (20), dois alunos que moram na Residência Estudantil e tinham apresentado sintomas da doença testaram negativo. A UFRJ também realiza testes em profissionais dos hospitais universitários que apresentem sintomas do Covid-19.

Produção de insumos

O Grupo de Trabalho Multidisciplinar para Enfrentamento da Covid-19 da UFRJ criou um subgrupo para gerir a produção diária de cerca de 1.600 litros de álcool 70% e álcool glicerinado.

Além disso, a Faculdade de Farmácia produzirá 150 litros de álcool destinados a funcionários da instituição que precisam transitar constantemente.

Impressoras 3D produzem protótipos de protetores faciais para serem utilizados nos hospitais universitários, em uma parceria da UFRJ – desenvolvedora da tecnologia – com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e a Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), que realizam a impressão 3D.

Novo teste para detectar Covid-19

A Coppe/UFRJ – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia – juntamente com o Instituto de Biologia da UFRJ estão desenvolvendo teste para diagnóstico de coronavírus. De acordo com os desenvolvedores, esse teste, além de fácil transferência para grandes escalas, é também mais rápido, mais simples e de menor custo que o teste atualmente utilizado.

Por aqui, na maior universidade do Brasil, é esse o panorama. Pesquisadores incansáveis. Funcionários em home office, sempre que possível.

Alunos, na incerteza: ainda teremos esse semestre? Aulas, sem previsões de retorno; os campus vazios. Nesse momento, certamente histórico para o mundo, nos resta aguardar e seguir contando…15 dias e mais quantos?

Universidade Federal de Minas Gerais – MG

Por Fernanda Tubamoto – Universidade Federal de Minas Gerais

Na UFMG, o semestre letivo teve início no dia 2 de março de 2020, cinco dias após o primeiro caso confirmado de coronavírus no Brasil.

Devido à rápida propagação do vírus, reuniões diárias eram feitas entre a reitoria da universidade e o Governo de Minas Gerais, revisando quais métodos seriam mais eficazes na prevenção da transmissão. Sabonete e papel toalha, que sempre faltavam nos prédios, àquela altura já estavam presentes em abundância em todos os banheiros e pias de refeitórios.

No dia 8 de março, com o primeiro caso confirmado em Minas Gerais, na cidade de Divinópolis, a cerca de 150km de Belo Horizonte, e onde reside parte dos estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais, a pressão dos estudantes para que as aulas fossem suspensas aumentou em cima da reitoria.

Contudo, as aulas durante a semana que se seguiu continuaram normalmente, abordando, ainda que casualmente, o assunto em algumas disciplinas da comunicação e da saúde.

ufmg suspende aulas
Universidade Federal de Minas Gerais. | Foto: Reprodução.

Durante o final de semana, jornais e televisão já anunciavam medidas de prevenção contra o Covid-19 e uma possível quarentena para a semana seguinte. Muitas pessoas, entretanto, não levaram os avisos a sério e saíram para festas e eventos normalmente, incluindo muitos estudantes da UFMG.

Já na segunda-feira, 16 de março, algumas providências começaram a ser tomadas pelo corpo discente da instituição. Professores, por conta própria, começaram a suspender aulas como medida preventiva e colegiados de alguns cursos estariam atendendo apenas por e-mail ou telefone. Com isso, o alarme dos estudantes a respeito da transmissão já aumentava e professores que ainda não tinham suspendido as aulas foram pressionados para que o fizessem.

A respeito da universidade em si, já era alvo de diversas petições feitas pelos corpos discente e docente a fim de suspender quaisquer atividades acadêmicas. Algumas práticas já haviam sido interrompidas, mas as aulas de graduação e pós-graduação ainda corriam normalmente.

“É um absurdo o que estão fazendo, colocando em risco a saúde dos estudantes e de suas famílias” – Maria Luiza Reis, estudante do curso de Jornalismo da UFMG, em suas redes sociais.

Apenas às 15h do dia 16 de março que foi divulgada a suspensão das aulas presenciais por tempo indeterminado, a partir do dia 18, uma quarta-feira. Considerando a proximidade de datas e a presença de diversos grupos de risco presentes na universidade, professores foram pressionados a suspender a partir daquele dia.

Algumas disciplinas ainda optaram por manter atividades avaliativas por meio do Moodle, uma plataforma virtual que faz o contato entre alunos e professores, mas a Câmara da Graduação recomendou à pró-reitoria da UFMG, em ofício circular, a suspensão de todas as aulas da graduação, presenciais ou à distância, bem como quaisquer atividades avaliativas pendentes, mesmo que tenham sido passadas antes da paralisação no dia 20 de março, sexta-feira.

Desse modo, as únicas atividades em vigor nos campus ainda são as pesquisas acerca do coronavírus e os restaurantes universitários. O restante dos alunos voltou para suas respectivas cidades ou permanecem em quarentena em Belo Horizonte, Tiradentes e Montes Claros. Entidades como centros de pesquisa e empresas juniores mantêm suas atividades a partir do home office.

As perspectivas ainda são incertas a respeito das aulas. Há chances de suspensão do semestre, devido à impossibilidade de aulas e atividades avaliativas à distância, levando em consideração o cenário da universidade pública, onde não são todos os alunos que possuem acesso à internet e ainda dependem do restaurante universitário para a alimentação.

Foi publicado hoje, 26 de março, que sites de alguns colegiados criaram uma página que reúne informações acerca do Covid-19 e sobre o atendimento, os canais disponíveis e documentos que afetam a vida acadêmica dos discentes.

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