Coronavírus: Quando pessoas viraram corpos para descarte
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Coronavírus: Quando pessoas viraram corpos para descarte

Coronavírus: Quando pessoas viraram corpos para descarte

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A pandemia do coronavírus, no Brasil, está vivendo uma constante e crescente em números de óbitos no país. Segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados nesta quarta-feira (29), foram registradas 5.466 mortes e 78.162 casos confirmados de Covid-19.

Com esta afirmação é interessante pensar: o que as autoridades políticas estão fazendo para diminuição do contágio e, consequentemente, das mortes?

mortes por coronavírus
As mortes por coronavírus têm aumentado no Brasil. | Foto: Pabitra Kaity (Pixabay).

O atual governo brasileiro apresenta grande rotatividade entre seus ministros. Assim, a pauta que deveria ser prioritária (Covid-19), tem ganhado espaço para outras preocupações. Em que os poderes seguem em funcionamento, no entanto, a constituição tem sido desprezada.

A fala recente do presidente Jair Bolsonaro: “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre” sobre as mortes por coronavírus, demostram despreocupação e tamanho descaso perante as vítimas e seus familiares.  

Com a pandemia, é possível perceber que uma doença altamente infecciosa pode desestruturar toda a conjuntura política, social e econômica de todo o globo terrestre.

Os investimentos direcionados à produção científica seriam uma alternativa para evitar a proporção que a Covid-19 trouxe ao Brasil. Segundo o Doutor Andrés Galisteo Jr, pesquisador científico do Hospital das Clínicas (FMUSP), a única solução para as dificuldades ocasionadas pelo descaso governamental é a valorização por meio de investimentos em estrutura, construção de novos centros de pesquisa, investidas em tecnologias de ponta e em recursos humanos.

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Por Paula de Lima Santos – Fala! Anhembi

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