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12 Cabelos Mais Bizarros das Copas do Mundo

Copa do Mundo: os cabelos mais exóticos de todas as edições

Separamos os penteados mais excêntricos ao longo das Copas, de jogadores que não necessariamente fizeram história pelo desempenho dentro das quatro linhas, mas marcaram pelo estilo e personalidade.

E para iniciar a nossa lista:

WOLFGANG KLEFF: representando a seleção da Alemanha, em 74, apresenta um visual certamente inspirado na Gina (aquela dos palitos de dente), com uma coloração idêntica a da musa, uma franja milimetricamente cortada para não atrapalhar a visão em campo e um volume nas laterais que impõe respeito até no He-Man.

CHEBLY KAMEL: representante da Tunísia, em 78, certamente inspirado no visual do ícone Reginaldo Rossi, levou a campo uma variação de Black power, no caso o famoso “Black Power quadrado” (difícil de dar manutenção), um penteado que transborda estilo, autoconfiança e sensualidade.

RUUD GULLIT: o jogador holandês, em 90, chamou a atenção dos brasileiros pelo belo futebol apresentado, mas também por ser fã de Monteiro Lobato, apresentando a todos os que o assistiam em campo seu penteado inspirado na Emília do Sítio do Pica Pau Amarelo.

ARTURO VASQUEZ AYALA: jogador da seleção do México, em 78, chegou para a competição apresentando um cabelo com volume de causar inveja, uma franja bem escovada e fixada com laquê de primeira e com as laterais cobrindo as orelhas de forma despojada. Futuramente, este penteado veio a inspirar o apresentador do TV Fama, Franklin David.


LEONARDO CUELLAR: também da seleção do México, em 78, chamou a atenção pelo penteado “Black Power sem cuidados”, onde apresentava cachos desiguais e sem grande alinhamento. Para complementar o penteado, uma barba ao estilo “terrorista”, que futuramente veio a inspirar o visual de Murilo Couto.

MIGUEL HERRERA: jogador do México, em 94, resolveu expor seu lado sertanejo durante a Copa. Inspirado em Xororó, assumiu um penteado de franja volumosa, laterais baixas e mullets que adormecem suavemente sobre os ombros. Mas mantendo a coloração original, para não deixar de lado sua personalidade.

BRIAN BALOYI: atleta da seleção da África do Sul, em 98, deixou sua marca ao adotar pequenas tranças descoloridas que, além da sensação de conforto e maciez, protegiam sua cabeça do impacto das jogadas aéreas. Pouco tempo depois, surgiram no mercado belos e macios tapetes para banheiro. Coincidência?

CARLES PUYOL: representou a seleção da Espanha, em 2002, com um cabelo marcante, de impacto, realmente difícil de esquecer… provavelmente inspirado na bomba de Hiroshima.


DAN EGGEN:
jogou pela seleção da Noruega, em 98, e dentro das quatro linhas chamou a atenção pelo “cacheado permanente” (já na época ultrapassado), porém super hidratado e de coloração “loiro nas pontas” que beirava o natural. Seu penteado certamente serviu de referência para a construção da personagem Monica, da série “La Casa de Papel”.

CARLOS HERNANDEZ: defendeu a seleção da Costa Rica, em 2006, com um visual minimalista. Preferindo pouco volume, coloração natural e orelhas à mostra, achou que sua homenagem a Spock passaria despercebida.  


ULRICH STEIN: defendeu o escudo da Alemanha, em 86, com um cabelo que, além de volumoso e cheio de brilho, era bastante funcional, pois protegia as orelhas dos fortes ventos (assim como os pêlos do GUAXINIM o protegem do frio), além de espetar os adversários com as pontas secas.  

AHN JUNG-HWAN: jogador da Coreia, em 2002, chegou à Copa com as madeixas explicitamente inspiradas no leão do Pica Pau, apresentando fios longos e lisos, extremamente brilhosos e divididos ao meio. Ainda conseguiu homenagear Leonardo Da Vinci, trazendo o sorriso enigmático e aparência amarelo-hepatite que eternizaram a Monalisa.

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