'Aritana': dois jogos que nos levam à mitologia indígena
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‘Aritana’: dois jogos que nos levam à mitologia indígena

‘Aritana’: dois jogos que nos levam à mitologia indígena

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Criados pela empresa brasileira Duaik, os dois jogos da franquia Aritana chamam atenção pela jogabilidade simples, cores exuberantes e história ligada ao folclore indígena de nosso país. Aritana and the Harpy’s Feather, ou Aritana e a Pena da Harpia, é um jogo de plataforma e o primeiro da sequência, sua história conta de uma tribo que vive nos confins da floresta. 

jogo Aritana
Jogo da franquia Aritana. | Foto: Reprodução.

Crítica dos jogos Aritana

O chefe desta tribo, Tabata, está sofrendo de uma séria doença e somente um poderoso ritual antigo pode curá-lo. No entanto, para completar o ritual é necessário um último ingrediente, a pena da harpia que vive no topo de uma montanha. Durante o jogo, o personagem que se chama Aritana deve passar pelas terras do monstro devorador de homens Mapinguari para chegar ao topo da montanha e salvar o cacique.

Os controles do jogo são bem parecidos com outros jogos de plataforma, se diferenciando pelas características do cenário e por poderes especiais que podem ser obtidos com seu cajado. As batalhas contra o boss – Mapinguari – são o único ponto negativo do jogo, sendo curtas e sem muita dificuldade, mas algo que é compensado pela diversão nas demais partes.

Aritana and the Twin Masks, ou Aritana e as máscaras gêmeas, é o segundo jogo da franquia. Neste, a jogabilidade se torna 3D e mais elementos são incorporados aos personagens, contando com um arco e flecha, podendo ganhar poderes e criar poções.

A história se passa num templo onde, novamente jogando com Aritana, você deve explorar os caminhos e mistérios que envolvem o passado de sua tribo. Personagens de mitologia indígena aparecem como as duas máscaras, sendo uma delas seu guia e a outra de seu inimigo. Seu principal objetivo no jogo é purificar as partes corrompidas do templo e salvar a Árvore da Vida.

Os inimigos desse jogo são mais elaborados do que no anterior, no entanto, peca pelo mesmo problema. A batalha contra o boss não é algo que traz entusiasmo e, após notar os padrões do inimigo, vencer se torna fácil.

Em resumo, os dois jogos da franquia são uma ótima escolha de como passar o final de semana e uma boa forma de apoiar os jogos nacionais. Ambos estão disponíveis para computador – pela Steam – e no Xbox One, pela Xbox Store.

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Por Allan Ruivo Wildner – Fala! UFPR

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