Pobreza Menstrual: Como isso afeta a população?
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Pobreza Menstrual: Como isso afeta a população?

Pobreza Menstrual: Como isso afeta a população?

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A pobreza menstrual é caracterizada pela falta de acesso à informação, produtos de higiene pessoal e acolhimento no período menstrual. Segundo a ONU (Organização Mundial das Nações), o acesso à higiene menstrual é direito de todos aqueles que menstruam. Essa, no entanto, não é a realidade de muitas pessoas no Brasil e no mundo, que sofrem todos os meses e que, muitas vezes, deixam de realizar atividades e tarefas corriqueiras, como ir à escola, por conta disso. A seguir, saiba um pouco mais sobre a pobreza menstrual e como ela afeta as pessoas que menstruam. 

Saiba como a pobreza menstrual afeta a vida de boa parte da população mundial.
Saiba como a pobreza menstrual afeta a vida de boa parte da população mundial. | Foto: Reprodução.

Como a pobreza menstrual afeta a vida das pessoas pelo mundo?

No documentário da Netflix Absorvendo o Tabu, o curta-metragem mostra a realidade da menstruação e o grande “tabu” que a engloba na Índia. Diante disso, mulheres sentem vergonha em falar sobre, tratam como uma doença ou apenas não sabem, assim como os meninos que foram entrevistados, que afirmaram ser um problema que acontecia com as mulheres, mas sabemos que não são apenas as mulheres que menstruam. Também é citado o “paninho” que elas tinham vergonha de trocarem em locais que não fossem suas casas, visto que esse pano era usado como absorvente que elas não têm acesso e não fazem ideia do que é ou como é utilizado. 

No Brasil, a distribuição de absorventes não é considerada como produto básico de higiene e, no dia 7 de setembro de 2021, o presidente da república, Jair Bolsonaro (sem partido), vetou a distribuição gratuita dos absorventes menstruais no País. O projeto havia sido aprovado pelo Congresso e visava beneficiar mulheres e homens trans que possuem uma baixa renda, em situação de rua e que estão nos presídios.

A educação menstrual é um assunto muitas vezes censurado nas escolas e dentro das casas, visto que, ainda há um certo tabu quando o assunto é menstruação, considerado como uma temática “nojenta” a ser discutida, mas não há nada de repulsivo em um ciclo menstrual. Com isso, sabe-se que a primeira menstruação acontece em torno dos 13 anos, ou seja, são crianças e se não tiverem a atenção e acolhimento necessário, muitas vezes vão se desesperar, podendo até contrair algum tipo de infecção por falta de cuidados. Portanto, os jovens deveriam ser ensinados desde o começo de sua aprendizagem sobre esse assunto que apavora tantas pessoas e que sejam guiados para que possam ajudar aqueles que podem estar em situações de desespero. 

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No documentário da Netflix Absorvendo o Tabu, o curta-metragem mostra a realidade da menstruação e o grande “tabu” que a engloba na Índia. Diante disso, mulheres sentem vergonha em falar sobre, tratam como uma doença ou apenas não sabem, assim como os meninos que foram entrevistados, que afirmaram ser um problema que acontecia com as mulheres, mas sabemos que não são apenas as mulheres que menstruam. Também é citado o “paninho” que elas tinham vergonha de trocarem em locais que não fossem suas casas, visto que esse pano era usado como absorvente que elas não têm acesso e não fazem ideia do que é ou como é utilizado. 

No Brasil, a distribuição de absorventes não é considerada como produto básico de higiene e, no dia 7 de setembro de 2021, o presidente da república, Jair Bolsonaro (sem partido), vetou a distribuição gratuita dos absorventes menstruais no País. O projeto havia sido aprovado pelo Congresso e visava beneficiar mulheres e homens trans que possuem uma baixa renda, em situação de rua e que estão nos presídios.

A educação menstrual é um assunto muitas vezes censurado nas escolas e dentro das casas, visto que, ainda há um certo tabu quando o assunto é menstruação, considerado como uma temática “nojenta” a ser discutida, mas não há nada de repulsivo em um ciclo menstrual. Com isso, sabe-se que a primeira menstruação acontece em torno dos 13 anos, ou seja, são crianças e se não tiverem a atenção e acolhimento necessário, muitas vezes vão se desesperar, podendo até contrair algum tipo de infecção por falta de cuidados. Portanto, os jovens deveriam ser ensinados desde o começo de sua aprendizagem sobre esse assunto que apavora tantas pessoas e que sejam guiados para que possam ajudar aqueles que podem estar em situações de desespero. 

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Por Maria Mesquita – Fala! São Judas

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