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Crítica: Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível

Crítica: Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível

Por Nathália Taise – Fala!M.A.C.K.

Neste novo live-action da Disney o adorável Ursinho Pooh está de volta, mas dessa vez em uma aventura diferente das que estamos acostumados.

 

Agora Christopher Robin está crescido, e parece ter se esquecido de seus amigos no Bosque do Cem Acres. O tempo passou e Christopher é um homem adulto, com trabalho e família, mas aparentemente não sabe mais como aproveitar a vida. Assim, chegou a vez de Pooh e seus amigos salvarem Christopher Robin.

O longa dirigido por Marc Foster, conta com Ewan McGregor no papel principal, e traz os familiares animais de um jeito que ainda não conhecíamos – mas isso só na aparência. Os animais estão apresentados de modo que lembram bichinhos de pelúcia. O diretor, porém, foi extremamente fiel às antigas histórias no quesito personalidade. Nos divertimos ao rever Coelho e seu jeito mandão, Corujão que é o cérebro do grupo, o medroso Leitão, Tigrão pulando sob sua calda e o depressivo e desanimado com seu rabo que não para no lugar.

Entretanto, as personagens principais são Christopher e Pooh, o que cria muitos diálogos fantásticos entre eles, pois Pooh traz consigo uma filosofia infantil, com toda ingenuidade de uma criança, o que faz Christopher e os telespectadores refletir e pensar a vida de uma forma diferente.


O filme abrange constantemente o tema de que quando crescemos perdemos nossa essência de criança e isso é triste. Mesmo adultos, deveríamos ser capazes de nos divertir e aproveitar a vida como fazíamos quando éramos pequenos, não devemos abandonar por completo a criança que fomos, porque ser apenas adulto pode ser chato.

Apesar de parecer um filme infantil, ele não é exclusivamente para crianças. Na verdade a obra assume em sua maior parte um tom melancólico, o que não impede que os espectadores deem boas risadas, já que o mesmo conta com ótimas cenas de comédia.

O longa não se preocupa em ser imprevisível, mas isso não é um problema, pois o que vale é ver o desenrolar da história, ver a reaproximação de Christopher com os animais e também com aquela criança dentro dele, o menininho que através de um buraco na árvore tinha amigos e aventuras maravilhosas.

Para a geração que cresceu assistindo ou lendo as histórias do Ursinho Pooh o filme se torna ainda mais emocionante, mas qualquer pessoa que assista o filme irá se emocionar e se divertir com essa obra inocente, cheia de carinho, amor e reflexão.

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