'Vis a Vis: El Oasis': Confira a crítica do spin-off espanhol
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‘Vis a Vis: El Oasis’: Confira a crítica do spin-off espanhol

‘Vis a Vis: El Oasis’: Confira a crítica do spin-off espanhol

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Você já deve ter escutado sobre a série espanhola Vis a Vis. Depois de 4 temporadas incríveis e de muita tensão, a série terminou deixando os fãs curiosos para saber o que aconteceria com Mararena e Zulema em liberdade. A Netflix, por sua vez, não decepcionou os fãs e lançou o spin-off da série chamado Vis a Vis: El Oasis

Vis a Vis teve temporadas intensas, que prendiam o telespectador. Mesmo com a saída temporária da protagonista Maggie Civantos que tinha se comprometido com As Telefonistas, a série ainda conseguiu fluir, mas a trama que se baseava na rivalidade entre Zulema (Najwa Nimri) e Macarena (Maggie Civantos) tinha sido perdida e a sensação era de que faltava algo.

No final da quarta temporada, vimos a liberdade e união de Macarena e Zulema, a volta das duas era esperada com fervor pelos fãs, que, infelizmente, se decepcionaram com o que assistiram com a sequência. 

Vis a Vis: El Oasis
Vis a Vis: El Oasis: Confira a crítica do spin-off espanhol. | Foto: Montagem/Reprodução.

Crítica de Vis a Vis: El Oasis

El Oasis tem um começo brilhante, bons cortes de câmera, mensagens feministas e a identidade de Zulema, mas, infelizmente, é só isso. Vis a Vis: El Oasis é uma série fraca, que, do contrário ao esperado, não encerra ciclos, abre mais questionamentos para perguntas que, ao que vimos, não serão respondidas. 

O roteiro é vago, assim como as cenas. Não nos sentimos próximos das personagens, mesmo que sejam interpretadas por duas excelentes atrizes. Quando a mãe de Sandoval sequestra Macarena, finalmente achamos que haveria a adrenalina que Vis a Vis tinha, mas foi totalmente o oposto.

O maior “erro” foi o de retirar Zulema da trama, sem dar a ela qualquer chance de sobrevivência. Após descobrir o câncer, Zulema se torna uma personagem cansada e indiferente. Ela era uma das “vilãs” mais brilhantes no mundo das séries espanholas, sentíamos uma relação de amor e ódio. 

Os dois maiores e melhores momentos giram em torno de Zulema, como o de seu funeral, que conta com o retorno de Saray (Alba Flores), numa sequência que reúne exatamente o que a série precisava: emoções verdadeiras. 

Macarena, por sua vez, dá à luz ao seu bebê no Marrocos. O que vem depois, provavelmente nunca saberemos.

A série que foi criada para encerrar um ciclo, só aumentou o desejo de que ela nunca tivesse existido.

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Por Alexandre Melo – Fala! Mack

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