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Um teto para nosso país

Um teto para nosso país


Chile, 1997. Um grupo de jovens universitários – assim como nós – sentiu a necessidade de denunciar a situação de extrema pobreza e tentou minimizá-la a partir da construção de casas emergenciais e de programas de habilitação social. Assim, surgiu o TETO, uma organização sem fins lucrativos presente, hoje, em 19 países da América Latina. O trabalho já mobilizou mais de 400 mil voluntários e entregou mais de 78 mil casas de emergência.

Trata-se de um módulo pré-fabricado, com 18 metros quadrados que é construído em dois dias, em um trabalho conjunto entre voluntários e os moradores da comunidade. E engana-se quem pensa que o trabalho acaba quando a casa é entregue à família. Afinal, para que a vulnerabilidade e a extrema pobreza sejam combatidas, é essencial a existência de planos estratégicos de acompanhamento para fortalecer em comunidade, até que ela tenha condições de caminhar sozinha. São projetos educacionais, planos de capacitação profissional, de saúde e microcrédito que incentivam e dão suporte para que, cada vez mais, as famílias fiquem independentes dessa situação de pobreza que enfrentam. É um trabalho de envolvimento e comprometimento. Coisa linda de se ver tantos jovens unidos, lutando por uma causa justa: o direito de um teto, oportunidades e qualidade de vida para todos os filhos da nossa Pátria-amada-idolatrada-salve-salve-Brasil.

Aqueles jovens enxergaram uma necessidade. Se levantaram do sofá e deram mais um passo em direção ao próximo. Saíram da sua zona de conforto e fizeram o que tinha que ser feito. Mudança de atitude que mudou o mundo de muitas famílias – e gerou uma corrente do bem (do qual você também pode participar). Para saber mais e fazer parte desse movimento, basta entrar no site (www.techo.org/paises/brasil/) ou curtir a fan page no Facebook (facebook.com/TETObra) e ficar atento aos cadastros para voluntariado, às datas das construções, palestras e outros eventos.

E é só pesquisar um pouquinho que a gente já percebe: toda pessoa que, voluntariamente, se inscreve para atuar no projeto e participa ativamente da construção das casas emergenciais, vive uma experiência única e marcante. Nasce, ali, uma paixão pela causa. O orgulho de pertencer à mudança e à vontade de lutar para ver acontecer um Brasil mais justo. Nasce, ali, um teto para o nosso país.

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