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Toxic Novel – O Hard Rock pela nova geração

Toxic Novel – O Hard Rock pela nova geração

Toxic Novel é uma banda jovem e que toca Hard Rock, um gênero que fez muito barulho no final dos anos 60. Com músicas autorais, a banda é quase que um peixe fora da água para a atualidade do cenário musical, que investe massivamente em estilos que variam entre o pop, o eletrônico, o hip-hop ou o popular sertanejo universitário, que é praticamente o que mais vende hoje no Brasil.

Pra quem curte o bom e velho Rock’n Roll e está afim de conhecer mais uma banda da tribo, confira a nossa entrevista com os garotos da Toxic Novel:

01) Desde quando a banda existe? Quais são as referências do grupo?

T.X:  Toxic Novel é uma banda que foi formada em 2013, original do ABC Paulista. Era apenas um Power Trio em seu começo, ou seja, eram apenas três membros: Tonny Degas no Contrabaixo e na Voz, Danillo Nocera na Guitarra e Lucas Conrado na Bateria. O primeiro ensaio ocorreu no dia 13 de julho, inaugurando os trabalhos do grupo. No começo de 2014, Rafael Eid assume as linhas de Baixo da banda, assim Tonny passa para a Guitarra Base da banda, e se mantendo como vocal.
A banda tem como suas maiores influências vindas dos anos 80, com Mötley Crüe, Poison até Skid Row. Outras clássicas como Bon Jovi, Def Leppar e Kiss influenciam muito as melodias, harmonias e backing vocals. Não apenas se limitando a “época de ouro” do Hard Rock e Glam Metal, a Toxic Novel tem muitas inspirações em bandas contemporâneas do gênero, tais como Reckless Love, Santa Cruz, Steel Panther e varias outras.

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Na sequência: Lucas Conrado, Danillo Nocera, Antonio Degas Junior e Rafael Eid.

 

02) Vocês acreditam num público universitário que consome o Hard Rock?

T.X: Atualmente, vemos o público universitário em geral como grandes consumidores ecléticos das músicas, devido a esse fato, temos um menor número de pessoas que curtem o gênero do Hard Rock e Glam Metal. Mesmo assim, acreditamos numa galera, bem fiel, mas escasso, e que vem crescendo de uns tempos para cá. Mas nós da banda cremos num público universitário que consome esse estilo musical, principalmente pelo clima de festa, por que esse gênero é bem festeiro, tanto pelo instrumental, como pelas letras (risos).

03) Já chegaram a tocar em alguma festa universitária? Pensam na hipótese?

T.X: Já tocamos em bares, casas de shows, teatros, mas nunca tocamos em nenhum tipo de festa universitária mas, com certeza, seria uma ótima ideia a experiência de participar de uma! Se a própria Anhembi Morumbi, ou qualquer outra instituição do tipo decidisse promover alguma, ficaríamos muito felizes de participar!

04) Como foi o processo de gravação do EP? Foi de forma independente?

T.X: Podemos dizer que para a gravação de nosso EP, a pré-produção demorou bastante tempo, devido a muitos contratempos, mas depois de resolvermos todos esses problemas, durou em torno de três a quatro meses. Nossas músicas foram gravadas, produzidas, mixadas e masterizadas pelo músico, professor e produtor musical Thiago Oliveira, guitarrista da banda Seventh Seal. A distribuição do EP foi totalmente independente, ou seja, não tivemos nenhum tipo de apoio de alguma instituição.

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05) Vocês acham que nasceram na época errada (risos)?

T.X: Achamos que é um pouco estranho dizer que nascemos na época errada (risos), mas certamente, os anos 80 seriam mais propícios ao nosso som, pois foi lá onde esse gênero que tocamos se popularizou. Temos países, como Suécia e Finlândia, que tem essa cultura musical do Rock e do Metal, mas acreditamos num retorno dessa onda Hard/Glam aqui no Brasil, ainda mais com excelentes bandas da “cena” surgindo, tais como Vulgar Type, AirTrian, Inluzt, Desert Dance, Dirty Glory, Rardyss, Sioux 66 e várias outras, que além de sermos fãs, adoramos os trabalhos desses grupos.

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06) Todos os integrantes são universitários?

T.X: Atualmente, apenas Eid (Rádio e TV), Dan (Licenciatura em Música) e Conrado (Psicologia) cursam uma universidade. O nosso vocalista, Tonny, está para entrar em uma no ano que vem.

07) Vocês conhecem outras bandas de Hard Rock formada por universitários? Já pensaram na hipótese de um festival de Rock Universitário?

T.X: Conhecemos e temos amizades com várias bandas, muitas delas são formadas tantos por estudantes do ensino médio, superior ou até mesmo, membros que já terminaram ambos os cursos. E entrando na questão de um festival de bandas universitárias, já pensamos sim! O que mais gostamos de fazer é tocar a nossa música, e um festival desse seria ótimo!

08) Qual foi o show mais marcante para a banda até agora?

T.X: Bem, isso pode até ser um pouco complicado de responder, por que todos nossos shows foram importantes para nós, mas podemos dizer que de todas essas nossas apresentações, três delas nos marcaram mais, e uma se destaca sobre as outras! Começando sobre a nossa estreia no Inferno Club, um dos maiores “picos” da Rua Augusta; a nossa estreia no Manifesto Rock Bar também foi bem marcante, foi uma honra poder tocar numa das casas mais renomadas de Rock e Metal de São Paulo; e sem dúvida, o show que mais nos marcou foi o Festival de Cultura do ABC, onde tocamos em um gigantesco palco no Parque Central de Santo André, além de termos aberto o show da banda Tihuana.

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09) Falta espaço para marcar shows?

T.X: Atualmente não temos nenhum problema com espaços para marcar shows, sempre mantemos uma média de dois a no máximo três shows por mês. Mas já passamos dificuldades no começo da banda na questão de arrumar lugares para tocar em bons dias e horários, ainda mais quando não tínhamos lançado o nosso EP. Hoje em dia as casas de shows e bares só apostam em bandas covers, e o espaço paras as de sons autorais fica bem limitado, e isso por que existem muitas com um trabalho excelente, mas não recebem apoio das casas.

Escute a faixa Sexy Girl e confira algumas fotos da banda:

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Ficou afim de ouvir o som dos caras? Clique AQUI e acesse o perfil da banda no SoundCloud para ouvir o EP completo!

Clique AQUI para acessar a página oficial da banda no Facebook.

Por: Marcelo Gasperin – Fala!M.A.C.K

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