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Sepultura inicia a turnê “Machine Messiah” em São Paulo

Sepultura inicia a turnê “Machine Messiah” em São Paulo

Por: Heloise Pires – Fala! FMU

 

O primeiro show da turnê foi incrível. A atmosfera possibilitava que os fãs, assim que chegassem ao local, se deparassem com um público heterogêneo, composto por pessoas de diferentes idades, classes sociais, gostos e estilos. Tinha a galera jovem-guarda, que acompanha a trajetória da banda desde o começo, assim como a geração Millennial, que não se define por um gênero, mas que faz  questão de reafirmar seus gostos musicais e culturais.

Ao entrar no Audio Club, no centro de São Paulo, já é possível notar que, como num passe de mágica, todos se transformam e adotam o estilo Sepulnation.

O show de abertura ficou por conta da banda Claustrofobia, que como um arranque de motores esquentou o público por uma hora e meia, com um som ultra pesado e músicas como “Bastardos do Brasil”.

https://www.youtube.com/watch?v=N9q6B7R5dZo

Os anfitriões subiram ao palco quebrando tudo. Com uma apresentação excitante e digna de deixar todos os fãs extasiados, os caras começaram a turnê por São Paulo com o pé direito na porta. Com direito a solos de guitarra delirantes e uma bateria violenta, a banda mostrou por que, mesmo depois de 32 anos de carreira, ainda deixa seu publico arrepiado e emocionado.

Sepultura
Foto: Well Ribeiro

 

Como conta Jean Cândido, fã entrevistado no local, “o show foi repleto de novidades e nostalgia. Além das músicas e do bate cabeça tradicional, o Sepultura trouxe ao público toda energia e experiência que a banda carrega consigo ao longo dos anos. Apesar do som pesado, o ambiente era leve e descontraído – o que deixou a sensação de ter valido cada centavo gasto no ingresso. Essa foi a primeira vez que vejo a banda. Confesso que fui com um certo receio pelo fato de não ser mais a mesma formação original que os consagraram, mas mesmo sem os Cavaleira os caras continuaram com a essência sem cair no ostracismo de ficar na mesma pegada. Eu gosto de gente apaixonada pelo clube e por isso dou mérito ao Paulo Xisto, baixista da banda, que mesmo “tímido” na apresentação, foi capaz de demonstrar toda sua técnica no baixo e claro, paixão pelo atlético Mineiro, seu clube de coração. O galão da massa (Atlético Mineiro) não passou despercebido por mim e por todos aqueles que cultuam o futebol e o metal”.

Sepultura
Foto: Dedé Moreira

 

O novo álbum, “Machine Messiah”, tem sonoridade mais limpa e conta com a presença de violino e violões clássicos, que se misturam com a voz rouca e destacada do vocalista, Derrick Green. A nova roupagem da banda e das músicas – muito bem recebida pelo público – pode ser facilmente identificada nos singles “I am the enemy” e “Phaton Self”. O setlist variado também passou por clássicos como “Territory” e “Ratamahatta”, hits que não podem faltar em nenhuma  apresentação.

Confira o novo álbum do Sepultura:

https://www.youtube.com/watch?v=Is9QKe0cUDk

Ao fim da noite, a banda surpreende o público e canta “Polícia”, sucesso dos Titãs. Para fechar, Andreas Kisser fala sobre o filme da banda e convoca a galera para assistirem ao longa:

“Corram para o cinema dia 14 de julho!”

 

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