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Rock ‘n’ Cásper Promove Diversidade Cultural

Rock ‘n’ Cásper Promove Diversidade Cultural


Organizado pelo Centro Acadêmico Vladimir Herzog (CAVH), da Faculdade Cásper Líbero, o Rock ‘n’ Cásper foi criado em 2013, com o objetivo de proporcionar um encontro musical por meio das bandas dos alunos e alunas da faculdade. Além dos ingressos serem de baixo custo (R$20,00 aluno / R$25,00 não-aluno), o evento valoriza a diversidade cultural, não se restringindo a um tipo de público e gênero musical.

No ano passado, o evento não ocorreu por motivos desconhecidos, mas, no dia 3 de setembro deste ano, acontecerá a edição “Rock ‘n’ Cásper – O Retorno”, na baixa Augusta.

Conversamos com Mateo Minillo – aluno de relações públicas da faculdade e um dos organizadores do evento -, que nos esclareceu dúvidas e explicou questões como a criação, o objetivo e as atrações do dia. Confira:

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FALA!: Como surgiu o Rock’n’Casper?

M.M: O evento começou em 2013, foi no meu primeiro ano da faculdade. Foi proposto pela gestão do CAVH da época. O CAVH foi fechado em 2006, e acho que a gestão que inaugurou o Rock’n’Casper foi a segunda após ele ter sido reaberto. O evento, que na época fez muito sucesso, foi criado com uma proposta diferente dos outros da Cásper, buscando trazer maior envolvimento dos alunos culturalmente, promovendo, principalmente, a música. Teve uma repercussão bem legal e em 2014 se repetiu. Em 2015 não rolou, não sei o porquê.

FALA!: E por que vocês decidiram repetir o evento após um ano que ele não rolava?

M.M: Justamente por ter ficado um ano parado, porque se ficasse dois anos parado seria esquecido, sabe? Se você parar pra pensar, dois anos são cinquenta por cento da população da Cásper. Daí vem o nome “Rock’n’Casper: O Retorno”. Além disso, uma das nossas propostas é colocar mais eventos no calendário obrigatório, e incluir isso até no regulamento oficial.

FALA!: Então pode-se dizer que você tomou a dianteira pro evento acontecer?

M.M: Sim, simplesmente por ter me dado vontade. Internamente, nos organizamos muito horizontalmente, então cada um toma dianteira de alguma coisa e vai tocando. No momento não estou mais cuidando tanto por causa do trabalho, então há outra pessoa, a Ana, que está organizando e coordenando.

FALA!: Qual é o objetivo do evento?

M.M: Um dos nossos objetivos é transformar em uma tradição, mas também queremos promover algo cultural. Até porque não temos nenhum outro evento organizado inteiramente por nós e com a participação dos alunos.

FALA!: Apenas alunos da faculdade podem participar?

M.M: Não, só é obrigatório que cada banda tenha pelo menos um aluno ou ex-aluno da Cásper. Então, todas as bandas têm que ter pelo menos um casperiano. Mas não precisa que todos os integrantes sejam, até porque seria bem difícil.

FALA!: Teve alguma pré-seleção das bandas?

M.M: Sim. Abrimos uma votação, no total foram 3200 votos, se eu não me engano. Tínhamos quatorze bandas inscritas e, por causa de tempo, só poderíamos selecionar cinco, mas acabamos selecionando seis, já que a diferença de votos foi muito pequena.

FALA!: Será uma disputa de bandas?

M.M: Não, não é uma competição. Não pensamos nisso por conta do cronograma, já que é um festival que vai das 16h até as 23h, o pessoal não vai ficar o tempo inteiro; contamos com a rotatividade das pessoas.

FALA!: E só pode tocar rock?

M.M: Não, as bandas podem tocar todos os estilos. Tem uma banda, por exemplo, que vai tocar música brasileira, samba e tal. O Rock’n’Casper é que nem o Rock in Rio na atualidade, pode ter desde Ivete Sangalo até Coldplay. É bem livre, só tem esse conceito de trazer bandas da Cásper e a cultura de forma geral.

FALA!: Houve alguma crítica quanto ao fato de um festival de rock receber outros estilos musicais?

M.M: Em momento algum. A cabeça das pessoas que vão nesse evento é uma cabeça que não tem preconceito com nenhum tipo de música. A cultura é diferente em cada lugar, você não pode falar que o funk não é cultura, que não é musica, lógico que é. Não importa o que a pessoa vai tocar, só queremos que elas toquem e demonstrem a sua música no show, que deem o seu melhor. Queremos pessoas interessadas em estar lá, então não vamos procurar só banda de rock e algumas “estrelinhas”, queremos dar oportunidade para quem quiser tocar o que quiser.

FALA!: Como é a estrutura do local do evento?

M.M: É um espaço estilo underground. Lá geralmente toca bandas de punk, hardcore, bandas com viés feminista, com viés do movimento negro, então é um local mais voltado para bandas underground. É um espaço super legal, porque é uma casa que foi reformada. Lá dentro tem um bar estilo pub e rockabillly, uma pista com um palco e tem uma área externa bem grande com árvores. É um espaço bem diferente.

FALA!: Vai rolar alguma atração surpresa?

M.M: Sim, mas não podemos divulgar até o dia do evento.

FALA!: Quais são as expectativas para o dia?

M.M: Que seja um baita festival. Eu quero que dê tudo certo, quero que surpreenda e satisfaça a galera, trazer essa chama de volta para as pessoas. É de vocês, a minha expectativa é que vocês curtam, que eu consiga fazer tudo o que está dentro do meu alcance para vocês curtirem ao máximo.

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Por: Bárbara Marques e Vanessa Nagayoshi – Fala! Cásper

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