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Quadrinistas brasileiros da DC Comics conversam sobre como é trabalhar para empresa

Quadrinistas brasileiros da DC Comics conversam sobre como é trabalhar para empresa

Por Tatiane Vieira de Melo – Fala! Universidades

 

No domingo (10/12), a Comic Con Experience exibiu um painel focado na DC Comics. Os convidados foram os quadrinistas da empresa: Adriana Melo, Ivan Reis, Joe Prado, Robson Rocha, Marcio Takara e Ed Benes.

Arte de Ivan Reis

 

Começaram falando de como é trabalhar em uma das maiores empresas de quadrinhos do mundo. “É uma casa onde é difícil querer sair. Isso é uma coisa difícil de encontrar (…) torna você muito assíduo com o que a DC faz”, opina Benes. Conversam também sobre como os quadrinhos atingem tanto público. “Ele consegue se adaptar a todas as mídias. Você começa a crescer e tem um personagem da sua idade (…) esse é o poder dele, a capacidade de crescer com você”, explica Ivan Reis.

Arte de Ed Benes

 

A conexão que se cria com os personagens é um tópico em que todos concordaram. “Você trabalha com personagens que cresceu lendo (…) você acaba se tornando amigo dessas pessoas”, comenta Joe Prado, e prossegue: “você cria um senso de moral e de dignidade absurdo (…) é muito mais que um quadrinho é um jeito que você tem de se portar na vida”. Robson Rocha complementa: “são personagens que você tem muita inspiração”.

Arte de Robson Rocha

Adriana Melo falou sobre seu trabalho e o novo filme da Mulher Maravilha. “As personagens femininas da DC são fortes (…) tento trazer pro meu trampo esse empoderamento e na DC eu me encontro com os personagens”, confessa Adriana. Quanto ao filme ela foi muito otimista e mostrou-se orgulhosa com o resultado. “Acertaram o tom da personagem”, opina a artista, e prossegue dizendo como se alcança esse acerto: “como você vai trabalhar o ícone e deixar no nível emocional que o leitor consiga se conectar (…) conseguiram pegar o ícone, desconstruir o ícone e colocar no nível do público”. Ela ainda fala sobre ser um filme de uma heroína mulher. “O filme não é vendido para mulher, não é vendido para o homem, é para o público”, conclui.

Arte de Adriana Melo

 

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