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Dossiê – a PUC no JUCA 2017

Dossiê – a PUC no JUCA 2017

Por: Fernanda Klava, Gabriela Orsini, Guilherme Queiroz e Juliana Tahamtani – Fala! PUC

 

Quem disse que seria fácil? Chegar no JUCA é aquele tipo de viagem que não acaba nunca. A cidade sede nem era tão longe assim de São Paulo, mas os 277 km entre o Telefônica Clube Araraquara e o Campus Perdizes da PUC-SP parecia ter se transformado em 1000 km.

Foto: Guilherme Queiroz
Foto: Guilherme Queiroz

 

Os ônibus começaram a sair por volta das 21h30, e os bares da Rua Ministro Godói se encheram de malas e puquianos vestidos de azul e amarelo. O esquenta começou antes, a breja já descia garganta abaixo e o JUCA já se arrepiava, mesmo estando tão longe.

O ônibus da bateria do Pucão entrou no ritmo e tudo começou.

Foto: Guilherme Queiroz
Foto: Guilherme Queiroz

 

A viagem durou 5h30. Escuro, rodovia, pedágio. Em Campinas, o ônibus parou num Graal pra galera dar uma esticada nas pernas. O clima ali também era de JUCA, o estabelecimento estava lotado, estudantes da Belas Artes, Mackenzie e ECA-USP, e as provocações já começaram ali dentro.

“JUCA integração, só Mackenzie não!”

O canto era entoado por todos, menos pelo Mack, com humor.

Rodamos mais um pouco, e os letreiros já começavam a apontar a cidade de “Araraquara”. Chegar no alojamento nunca pareceu demorar tanto. A cidade ia passando, mas o tempo não, o motorista errou o caminho, deu meia volta, e esperamos mais e mais, até que finalmente o ônibus parou. A maioria nem sequer estava acordada, e todo mundo foi levantando porque as luzes se acenderam e alguém gritou:

“JÁ É JUCAAAA!!!”

Foto: Guilherme Queiroz
Foto: Guilherme Queiroz

 

O frio atingiu todo mundo, como era esperado. As malas começaram a descer e o local começou a ser reconhecido. Na grama, no cimento, dentro do salão ou na área da churrasqueira, tinha barraca pra todo lado.

O open já estava aberto, 5 horas da manhã, e todo mundo já estava dançando e inventando sabe-se lá o que pra fazer, já que universitário é profissional em fazer qualquer pedaço de terra virar festa.

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O dia ia amanhecendo e a Atlética anunciava as primeiras partidas – a PUC começava a viver o primeiro dos quatro melhores dias do ano.

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O primeiro dia foi abarrotado de jogos. Os ritmistas da bateria acharam que precisariam amputar os braços no final do dia.

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O JUCA desse ano também começou com uma série de preparações para evitar atitudes opressoras, machistas, LGBTTfóbicas ou racistas.

E com erros e acertos, conseguiram algo.

No primeiro dia, os jogos começaram com representantes neutros prontos para ficarem de olho se algo acontecesse em quadra. Algumas faculdades mostraram abraçar as causas e levantaram bandeiras anti-opressão, além de removerem músicas machistas de seu repertório.

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A PUC ganhou alguns jogos, perdeu outros, mas os nossos atletas mostraram a Raça PUC até o final, e isso é o que importa.

Foto: Fernanda Klava
Foto: Fernanda Klava

 

Como todo primeiro dia de JUCA, tivemos também a primeira balada da liga, ao som de Dennis DJ. Quando o moço começou a tocar, todo mundo se ligou o que ele tava fazendo ali. Foram horas de festa – começou a 00h, e ninguém sabe ao certo que horas o show foi acabar.

Depois de todos os jogos do primeiro dia, a torcida puquiana não desanimou. Todo mundo colou em peso no jogo do time de futebol, e também no basquete, ambos vitoriosos.

Foto: Fernanda Klava
Foto: Fernanda Klava

 

A festa do meio começava a ser arrumada, era sexta-feira, e sexta é dia de beber puquê!

A festa começou e acabou em algum momento indeterminado, já que o alojamento da PUC não parava de beber e ouvir música. Era difícil determinar os momentos exatos.

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O pessoal ia dormir, acordava e a festa ainda rolava, todo mundo ligado no último, e Araraquara nem tinha tanta tomada 220V.

A banda Turistae foi a última atração da noite, a última mesmo, já que a polícia colou pra miar o rolê.

Pra quem pensava que o terceiro dia ia ser só a ressaca da noite anterior, estava enganado. O fígado puquiano é de ferro e auriazul.

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A PUC acordou no pique, já que teríamos duas finais no dia, e as duas contra o Mackenzie.  Tênis e futebol de campo, garra e força.

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Foto: Guilherme Queiroz
Foto: Guilherme Queiroz

 

As duas finais foram apertadas, mas o Mack levou por pura sorte, diga-se de passagem!

Foto: Guilherme Queiroz
Foto: Guilherme Queiroz

 

No futebol de campo a decisão foi para os pênaltis, e quase matou o povo de vez.

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Mesmo não levando o título, foi lindo. A derrota virou vitória, e todo mundo extravasou geral, afinal, era dia de Banda Eva!

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Voltando ao alojamento depois do jogo do futebol, a galera já começou a ir pro banho. Tinha que ficar bonito pro carnaval, né?

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Faltou água durante um tempinho? Faltou, mas faz parte, e o Pucão resolveu rapidinho! Todo mundo bonito, de azul e amarelo, lotando os ônibus.

Meia noite saía o primeiro busão, e chegando na festa, todo mundo entrou e já foi pro open. Com muita música brasileira, todo mundo já começava a pular junto, e ô coisa mais linda de se ver!

Quando o pessoal de Salvador subiu no palco, parecia que tudo ia explodir. Já embalando todo mundo com os sucessos do carnaval bahiano, o JUCA parecia uma panela de pressão com pipoca dentro – ninguém parava de pular um segundo. E é sério, tinha puquiano pulando durante 4 horas seguidas, sem parar, sem pausa, sem ida ao banheiro, sem nem pestanejar!

O primeiro ônibus saiu vazio. Ninguém queria ir embora, e a banda Eva tocou até não conseguir mais. Depois veio o funk pra galera rebolar a raba, e foi bonito demais!

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A festa acabou, mas o JUCA não. Chegado o último dia, tava todo mundo virado, curtindo as últimas horas de open bar, afinal, é só uma vez por ano que dá pra beber aquela breja gelada até no café da manhã!

Moída, meio com sono e cansada, mas principalmente, feliz.

Essa era a PUC na volta, na chegada dos ônibus para voltar a terra da garoa. Teve puquiano que fez questão de pegar o último busão, mesmo que isso significasse chegar 22h em SP.

JUCA é JUCA, mas o da PUC foi o melhor. Afinal, onde mais tinha pega-pega de sarrada?

Confira as fotos de Fernanda Klava:

Confira as fotos de Gabriela Orsini e Juliana Tahamtani:

Confira as fotos de Guilherme Queiroz:

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