PUC e UFRJ trabalham em máscara que inativa o coronavírus
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PUC e UFRJ trabalham em máscara que inativa o coronavírus

PUC e UFRJ trabalham em máscara que inativa o coronavírus

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Pontifícia Universidade Católica (PUC) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia trabalharam juntos para desenvolver uma máscara com tecidos que neutralizem os efeitos do coronavírus.

O projeto consiste em um material que, adicionado ao algodão que se encontra nas máscaras comuns, terá propriedades parecidas com a N95, utilizadas por profissionais da saúde. As pesquisas envolvem a inclusão de partículas que podem matar o vírus. Além disso, o material é biodegradável e reduz em apenas 15% a capacidade respiratória.

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Máscara N95, utilizada por profissionais de saúde. | Foto: aluminosa.com.br.

PUC e UFRJ trabalham em máscara que inativa o coronavírus

De acordo com Renata Simão, coordenadora do projeto Coppe/UFRJ, eles desenvolvem “basicamente uma máscara em algodão. A camada intermediária é filtrante, e a externa, hidrofóbica.” Como o coronavírus passa a partir de partículas de água na saliva, a camada externa elimina a possibilidade dele entrar no organismo; e, caso as partículas passem da primeira camada, serão inativadas na camada ativa.

Segundo Renata, o recobrimento está sendo testado também em papel absorvente para a produção de máscaras descartáveis, com duração de cinco horas em média. A máscara descartável normal disponível no mercado deve ser utilizada somente por metade desse tempo.

O projeto ainda não está terminado, mas a meta é fabricar no mínimo 500 máscaras por semana para doação a profissionais de saúde, que se encontram na linha de frente na luta contra o coronavírus. A previsão é de que a novidade esteja disponível em outubro.

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Por Domitilla Mariotti – Redação Fala!

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