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10 Picos de surf no Guarujá que valem a queda

10 Picos de surf no Guarujá que valem a queda

Por Daniel Yazbek – Fala!PUC

Com a chegada do outono, as ondulações vindas do Sul aparecem com mais frequência. As correntes rompem com a água quente do verão e o frio do inverno surge no litoral. Abril marca o início da melhor época do ano pra cair no mar, ondas constantes e com boa formação ocupam o cenário que é um prato cheio para qualquer surfista. Poucos banhistas, praias vazias, altas “valas”, água gelada… tudo isso favorece a prática do esporte e a performance do surfista que quer evoluir. Para usufruir o que se tem de melhor no surf do Guarujá, aqui segue uma seleção de 10 picos que valem a queda.

Morro do Maluf (Pitangueiras):

 

O Malufão, para os mais íntimos, é o pico mais constante do litoral e, por vezes, o mais crowd (cheio) também. Uma das três etapas do Guarujaense de surf faz por merecer o posto. Esquerdas e direitas deliciosas e extensas, abrindo paredes muito manobráveis e cavadas no inside. Pra pegar uma onda da série, lá do fundo, e fazê-la até a areia tem que ter moral, haja visto a quantidade de moradores locais que surfam no pico. Mas nada de extremismo, o Malufão oferece uma variedade de ondas para todos os níveis de surf, desde o mais amador até o mais performático. Com certeza vale a queda.

Praia de São Pedro:

A praia de São Pedro tem seu acesso por carros limitado, já que se trata de um condomínio de luxo localizado em uma reserva da Mata Atlântica. A entrada pode ser realizada tanto pela portaria principal do condomínio ou pela recepção do canto de Tijucopava. A onda é maravilhosamente tubular. Altas performances rolam nesta que é uma das três sedes do campeonato Guarujaense de surf. Por ser uma praia de tombo, a rebentação fica bem próxima da areia e cansa menos quem surfa por lá, até por ser mais rápido de voltar para o fundo. Vale muito a queda, especialmente para quem quer aprender a entubar, afinal, rolam vários “caixotes”.

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Prainha Branca:

Um dos picos mais roots do Guarujá, para chegar à praia mais ao norte da ilha é preciso que se pegue uma trilha de 30 minutos. Pouco cheio mas com uma grande frequência de moradores locais, a prainha é querida por todos que a visitam. As ondas são rápidas e fortes, quebrando na extensão de toda praia. A queda é mais que recomendável, principalmente quando o swell (ondulação) está de leste. Um santuário animal espera por você, desde a entrada da trilha na rodovia perto da balsa que liga Guarujá e Bertioga, até dentro do mar onde muitos peixinhos os aguardam. Vale muito a pena o rolê.

Praia do Tombo:

A praia do Tombo sempre esteve no radar do surf paulista, a onda no canto do Bostrô (à esquerda na praia) é uma das mais amadas pelos surfistas, não é pra menos também. Uma esquerda forte, com bastante massa d’água, sua parede oferece uma variedade de opções tanto para aqueles que gostam de “chapuletar” na orelha da crista, quanto para os que curtem uma linha mais limpa e old school, até mesmo para longboarders, que vêm lá do fundo rabiscando as paredes de toda praia. É também uma das três etapas do Guarujaense de Surf, que representa demais na sua constância e na qualidade de onda oferecida. Vale demais a queda.

Praia do Guaiúba:

O Guaiúbox, para os locais, é uma onda relativamente rara, mas quando rola, o Guarujá inteiro corre para surfar na meca que é este pico. Uma onda cavada e tubular oferece potência nas paredes manobráveis que entram abrindo pros dois lados. É um pico mais difícil dado a velocidade e a curvatura com que se quebra a onda, mas nada que não permita amadores por lá – isto é, não exatamente no pico, mas nas bancadas que apresentam formações menores. A praia, quando rola, fica lotada de surfistas e você sente a magia do esporte havaiano. Sem dúvidas, quando rolar, vale muito a queda.

Galhetas (Astúrias):

O pico das Galhetas também é raro de rolar, por mais que onda na praia das Astúrias sempre tenha. Naqueles dias que o mar está storm e gigantesco, ressaca pra todo lado, nenhuma praia tendo onda, pode ir checar que, muito provavelmente, lá nas Galhetas vai estar rolando altas. O pico, quando rola, funciona como uma espécie de point break de direitas, mas ao chegar da onda no inside, ela rola pros dois lados e a diversão é garantida. Uma onda fácil, manobrável e por vezes tubular é o que se encontra. Alta performance de surf até para os menos performáticos, dado a força da onda. Super recomendado para qualquer um, especialmente naqueles dias “ressacudos” no Guarujá.

Ilha do Tony (Pitangueiras):

A Ilha do Tony recebe esse nome em homenagem ao lendário surfista guarujaense Tony Vilela, que morreu nas proximidades do morro do Maluf – por este sempre estar por lá, além da lojinha na feirinha da Praia de Pitangueiras que se localiza bem na frente da ilha. Os picos, tanto do lado direito, quanto do lado esquerdo da ilha, oferecem ao surfista uma oportunidade de surfar uma onda cavada e que vem de lado, babando nas pedras ilha. Os lados nem sempre funcionam nos mesmos quadrantes de ondulação, entretanto, quando está de Leste é garantido rolar em ambos. Além do pico ser mágico e espiritual por se surfar ao lado das pedras, o rolê de descer na ilha e dar uma mergulhada nas piscinas naturais é uma atração irada por si só. Não só vale a queda, como vale também visitar a ilha.

Praia de Taguaíba:

Também com vagas limitadas por ser parte de um condomínio localizado em uma reserva de Mata Atlântica, poucas pessoas surfam por lá constantemente, chegando a ter crowd zero durante a semana. Uma das últimas praias do Guarujá abriga uma onda rápida, com ladeiras de maré, força d’água e tubos por toda sua extensão. Ótima escolha para quando o swell está com a direção de sudeste. Altamente recomendado para quem quer aprender a entubar.

Caveira (Enseada):

O Caveira é um pico mais utilizado por bodyboarders, entretanto oferece condições perfeitas de surf com suas ondulações alinhadas e triangulares dado o backwash que se tem ao bater a onda nas pedras, também do morro do Maluf, e voltar forçando a direita que se forma. Vale a queda e vale também subir para assistir de cima do morro a performance dos surfistas que parecem formiguinhas de tão longe que ficam.

Praia de Pernambuco:

A onda do famigerado “buco” é versátil, cavada e deliciosa. Serve tanto para surfistas de pranchinha, quanto para longboarders, além de ser um prato cheio para bodyboarders. O canto esquerdo normalmente quebra melhor, e os triângulos abrem para os dois lados, assim, rola onda pra todo mundo. Por ser uma praia de tombo, a rebentação fica bem próxima da areia, o que facilita e muito voltar para o outside depois de pegar uma onda e isso, por sua vez, cansa menos quem está pegando onda por lá. Vale muito a pena a queda.

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