Pernille Harder no Chelsea: transferência mais cara do futebol feminino
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Pernille Harder no Chelsea: transferência mais cara do futebol feminino

Pernille Harder no Chelsea: transferência mais cara do futebol feminino

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Ida de Pernille Harder para o time se torna a transferência mais cara do futebol feminino

Com o encerramento da Uefa Women’s Champions League, os clubes europeus começaram a ir em busca de novas jogadoras, e os destaques da competição são os alvos mais disputados no mercado de transferências.

Pernille Harder foi uma das atletas que chamou a atenção dos clubes, pois, além de ter feito um excelente campeonato alemão, sendo eleita a melhor jogadora, ela também se destacou na Champions, chegando a ser a vice-artilheira.

Com todo esse reconhecimento, Harder acabou indo para o Chelsea, da Inglaterra. Apesar do clube não ter divulgado um valor concreto, sabe-se que a transação foi em torno de 350 mil euros, um valor histórico para a modalidade.

Pernille Harder
Transferência de Pernille Harder é a mais cara do futebol feminino. | Foto: Reprodução/Instagram do Chelsea.

Pernille Harder e transferência mais cara do futebol feminino

Até então, a transferência mais cara do futebol feminino havia sido a ida da holandesa Lieke Martens para o Barcelona, algo que teria custado 150 mil euros para o clube catalão. Ao comparar esse valor com o da Harder, é perceptível que, além de ter havido uma evolução, os clubes estão mais dispostos a desembolsar maiores valores para conseguir boas jogadoras.

Apesar de ser um grande valor para a modalidade, quando comparado com as transações do futebol masculino, essa quantia passa a ser algo modesto. Enquanto os jogadores valem milhões, nenhuma atleta já chegou perto de valer sequer um milhão, algo extremamente desigual, visto que ambos desempenham o mesmo papel.

Essa situação se dá pois os clubes não arrecadam muito com o time feminino, isso devido aos jogos quase não serem televisionados, situação que poderia ser resolvida caso as federações se preocupassem mais com a modalidade.

A falta de capital faz com que as equipes tenham menos recursos para investir em novos talentos, o que as obriga a preferir jogadoras que estejam no fim de contrato, ou que possam ir para o clube através de empréstimo. Essa situação faz com que o mercado não movimente muito dinheiro, o que fica evidente com a pesquisa da Fifa que mostrou que, no ano de 2018, apenas 493 milhões de dólares circularam entre os clubes femininos. 

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Por Tatiana Carvalho – Fala! ESPM

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