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Pedrinho: cria do terrão

Pedrinho: cria do terrão

Por Marcella Azevedo – Fala!FIAM FAAM


Pedrinho: cria do terrão

Pedrinho lamenta após ter o gol anulado na final da Copa do Brasil (NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)

 

Pedro Victor Delmino da Silvia, ou apenas, Pedrinho. Prata da casa Corinthiana. Desde 2013 estando no Parque São Jorge, com o sub-20 e jogando a copinha. Em 2016, foi o principal nome da semi final do torneio.

O menino nascido em Maceió, teve uma chance de ouro em 2017: fazer parte da equipe principal do Corinthians. No dia 19 de Março, ele fez sua estreia diante da equipe da Ferroviária e já havia caído mas graças da Fiel.

Veloz, poderia bagunçar qualquer defesa que batesse de frente. Carille dava chances, colocava ele no segundo tempo, e o jovem ia deixando sua marca. Até que na partida diante do Patriotas, ele fez seu primeiro gol profissional. Gol esse, que foi comemorado humildemente em uma rede de fast-food, após o jogo. O menino humilde de Maceió, não sabia o quão grandiosa seria sua história.

Até aqui são pouco mais de 50 partidas com a camisa alvinegra e cinco gols marcados. Ele já afirmou em diversas entrevistas que prefere dar o passe, ao fazer o gol. Mas com a estrela que ele tem, deve fazer mais gols e precisa ser titular nessa equipe, comandado por Jair Ventura.

Diante do Flamengo, na semifinal da Copa do Brasil, ele marcou o gol heroico da classificação. Saiu do banco para mudar a história daquele jogo. Pedrinho, que tem seu nome ovacionado na arena, em todos os jogos.

Como citado no começo: com a velocidade que tem, deixa qualquer defesa confusa e brinca de jogar bola. Cria do terrão, né?

Na semana passada, ele participou da primeira final de Copa do Brasil. Começou ali no banco, e a torcida se questionava o porque dele começar como reserva? Ninguém entende o que se passa na cabeça de Jair Ventura, mas o camisa 38 foi banco.

Saiu do banco e poderia ter mudado a história do jogo. E como poderia… Ele marcou simplesmente um golaço em Itaquera, saiu comemorando muito: ele estaria marcado de uma forma incrível na história do timão. A comemoração durou pouco; bem pouco.

O árbitro, com a ajuda do VAR, anulou o gol. Marcou falta de Jadson em cima do Dedé. Não cabe a mim falar se foi correto ou não, se o árbitro marcou, só tenho que aceitar. Futebolisticamente falando: chegou a ser um pecado anular essa pintura que foi o gol de Pedrinho. Pela lógica: O juiz fez seu trabalho.

A arbitragem polêmica foi mais assunto do que os gols e a festa do Cruzeiro. Foi assim no Paulista. E está sendo na Copa do Brasil. Até quando a arbitragem vai ser protagonista de finais?

E sobre Pedrinho: Tá na hora do Jair começar a usar ele no início da partida. E se um dia você ler isso: lembre-se que tem apenas 19 anos. Já é craque e com certeza está marcado na história do Corinthians.

Parabéns, Pedrinho.

 

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