Os nossos sentimentos pelo time de Chapecó
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Os nossos sentimentos pelo time de Chapecó

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Hoje 29 de novembro, 71 corpos foram resgatados sem vida, 71 famílias perderam seus entes, 71 pessoas perderam a chance de sorrir, de festejar, de viver, e deram o seu último sopro nessa brincadeira chamada vida. Por outro lado, 6 deles renasceram e terão a chance de escrever uma nova história.

Aquele avião voava com sonhos, e voava com pessoas que queriam chegar em seu destino, sendo que o destino de cada um foi permanecer lá, no céu.

Destino é “sinônimo de sina, fado, sorte, futuro, fatalidade, fortuna. Como também significa direção ou rumo” – ninguém prevê seu destino. Ele apenas se faz a partir de nossas ações, e são nos momentos de decisões que ele é traçado.

A vida é uma passagem e a morte é a única certeza. Morrer assim, sem se despedir, sem pedir perdão, sem dar o último beijo, o último abraço, sem dizer adeus. São fatalidades que não conseguimos prever. Isso mostra como somos frágeis, como a vida é só uma e não podemos perder um minuto, um segundo sequer sem dizer aqueles que os amamos e que nunca os esqueceremos, que sempre estaremos ao seu lado não importa o que aconteça.

Desejo a todos os familiares dos jogadores, da comissão técnica, dos jornalistas, dos tripulantes, a todos aqueles que embarcaram no voo e aqueles que por obra do destino não embarcaram, força e fé. Hoje todos estão ao lado de vocês! Hoje não há rivalidade. Hoje todos são um só. Todos são Chapecoenses.

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Por: Leticia Riva – Fala! M.A.C.K

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