Os 5 melhores filmes clássicos da carreira de Selton Mello
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Os 5 melhores filmes clássicos da carreira de Selton Mello

Os 5 melhores filmes clássicos da carreira de Selton Mello

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O mineiro de 47 anos, Selton Mello, é ator, dublador, diretor e produtor de diversos filmes. A voz e encenação de tal já marcou sua figura em vários filmes, novelas e séries da rede brasileira de TV.

O início de sua carreira começou por volta dos 8 anos, trabalhando para a emissora de TV Bandeirantes com novelas marcantes. Contudo, sua carreira foi impactada e impulsionada quando foi transferido para a emissora da Rede Globo.

Selton é o dono de vozes de personagens dos filmes A Nova Onda do Imperador, Irmão Urso e, até mesmo, a animação brasileira Uma História de Amor e Fúria. Mas as encenações de Mello são as situações que nos marcam, principalmente nos filmes clássicos que relembram a cultura do país e histórias emocionantes.

Os 5 melhores filmes clássicos de Selton Mello

O Auto da Compadecida (2000)

O Auto da Compadecida
Filme O Auto da Compadecida com Selton Mello e Matheus Natchergaele. | Foto: Recorte Lírico.

As aventuras dos nordestinos João Grilo (Matheus Natchergaele), um sertanejo pobre e mentiroso, e Chicó (Selton Mello), o mais covarde dos homens. Ambos lutam pelo pão de cada dia e atravessam por vários episódios enganando a todos do pequeno vilarejo de Taperoá, no sertão da Paraíba. A salvação da dupla acontece com a aparição da Nossa Senhora (Fernanda Montenegro). Adaptação da obra de Ariano Suassuna.

Sinopse do AdoroCinema.

Lisbela e o Prisioneiro (2003)

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Lisbela e o Prisioneiro, com atuações de Débora Falabella e Selton Mello. | Foto: Reprodução.

Lisbela (Débora Falabella) é uma moça que adora ir ao cinema e vive sonhando com os galãs de Hollywood dos filmes que assiste. Leléu (Selton Mello) é um malandro conquistador, que em meio a uma de suas muitas aventuras chega à cidade de Lisbela. Após se conhecerem eles logo se apaixonam, mas há um problema: Lisbela está noiva. Em meio às dúvidas e aos problemas familiares que a nova paixão desperta, há ainda a presença de um matador (Marco Nanini) que está atrás de Leléu, devido a ele ter se envolvido com sua esposa (Virginia Cavendish).

Sinopse do AdoroCinema.

A Mulher Invisível (2009)

A Mulher Invisível
O filme dirigido por Claúdio Torres, A Mulher Invisível. | Foto: Globoplay.

Pedro (Selton Mello) ainda acredita no conceito do casamento, enquanto que Carlos (Vladimir Brichta) não aceita a possibilidade de que um homem passe toda sua vida ao lado da mesma mulher. Os dois são colegas de trabalho em uma sala de controle de tráfego da prefeitura, onde podem bisbilhotar à vontade a vida das pessoas.

Um dia, Carlos fica preocupado com o amigo, devido ao estado depressivo dele ao ser abandonado por sua esposa, Marina (Maria Luísa Mendonça). O mesmo acontece com Vitória (Maria Manoella), vizinha de Pedro, que testemunha silenciosamente seu drama através de um buraco na parede. Até que subitamente alguém bate na porta de Pedro. Trata-se de Amanda (Luana Piovani), sua nova vizinha, que veio apenas lhe pedir açúcar. Com um jeito inocente e ao mesmo tempo sedutor, ela muda a vida de Pedro. Só que tem um problema: Amanda é invisível, sendo que apenas aqueles que a desejam muito conseguem enxergá-la.

Sinopse do AdoroCinema.

Meu Nome não é Johnny (2008)

filmes de Selton Mello
Selton Mello em cena do filme Meu Nome não é Johnny. | Foto: Rede Globo.

Meu Nome Não é Johnny acompanha João Guilherme Estrella (Selton Mello) que nasceu em uma família de classe média do Rio de Janeiro. Filho de um diretor do extinto Banco Nacional, ele cresceu no Jardim Botânico e frequentou os melhores colégios, tendo amigos entre as famílias mais influentes da cidade.

Carismático e popular, João viveu intensamente os anos 80 e 90. Neste período, ele conheceu o universo das drogas, mesmo sem jamais pisar numa favela. Logo tornou-se o maior vendedor de drogas do Rio de Janeiro, sendo preso em 1995. A partir de então, passou a frequentar o cotidiano do sistema carcerário brasileiro.

Sinopse do AdoroCinema.

Caramuru – A Invenção do Brasil (2001)

Caramuru – A Invenção do Brasil
Dirigido por Guel Arraes, Caramuru – A Invenção do Brasil. | Foto: Reprodução.

Em Caramuru – A Invenção do Brasil, em 1º de janeiro de 1500 um novo mundo é descoberto pelos europeus, graças aos grandes avanços técnicos na arte náutica e na elaboração de mapas. É neste contexto que vive em Portugal o jovem Diogo (Selton Mello), pintor que é contratado para ilustrar um mapa e, enganado pela sedutora Isabelle (Débora Bloch), acaba sendo punido com a deportação na caravela comandada por Vasco de Athayde (Luís Mello).

A caravela acaba naufragando, mas ele, por milagre, consegue chegar ao litoral brasileiro. Lá, conhece a bela índia Paraguaçu (Camila Pitanga) com quem logo inicia um romance temperado, posteriormente pela inclusão de outra índia: Moema (Deborah Secco), irmã de Paraguaçu.

Sinopse do AdoroCinema.

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Por Amanda Marques – Redação Fala!

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