Neymar e racismo: entenda o caso do jogo entre o PSG e Olympique
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Neymar e racismo: entenda o caso do jogo entre o PSG e Olympique

Neymar e racismo: entenda o caso do jogo entre o PSG e Olympique

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O futebol no campeonato Francês repercutiu após o jogo do Paris Saint-Germain (PSG) contra o Olympique de Marselha, o qual terminou em 0 x 1 para o Olympique. Porém, o ritmo da bola começou a ser interrompido em relação ao desrespeito em campo.

Neymar
Neymar no jogo contra o Olympique. / Foto: Reprodução.

Em destaque, Neymar teve sua expulsão no jogo diante do 2° tempo e acompanhado por falas de racismo, o qual o jogador repetia para o árbitro “racismo, no!”, pois acusava que o zagueiro da Olympique, o Álvaro González, havia lhe chamado de “mono” (na tradução, macaco). O cartão vermelho do jogador se deveu exatamente por dar um tapa na cabeça de González. Dessa forma, saiu do campo indignado.

No Twitter, o zagueiro Álvaro postou fotos com companheiros, maioria de pele preta, e afirmou na legenda: “Não existe lugar para o racismo”.

Jogador Álvaro González é acusado em campo e fora por Neymar de racismo. / Fonte: Twitter.

Além disso, o jogador Neymar destacou sua revolta ainda na rede social.

Neymar se revolta em rede social após o caso de racismo que sofreu no jogo em campeonato Francês. / Fonte: Twitter.
Jogador do PSG acusa Álvaro González do Olympique de Maselha de racista. / Fonte: Twitter.

O jogo no Francês rendeu no total cinco expulsões e 17 cartões amarelos, os quais deixaram marcantes a saída de Neymar, Kurzawa, Amavi, Paredes e Benedetto, segundo o jornal G1. Nessa visão, o jogo foi destacado por vários conflitos entre os jogadores e uma má classificação ao PSG.

OUTROS CASOS DE RACISMO NO FUTEBOL

As denúncias ao racismo no meio do futebol, infelizmente, são recorrentes. Conforme as pesquisas de Luiz Filipe Barboza e Marcelo Alves, divulgadas no jornal O Globo, o caso do jogador Kevin Prince-Boateng que aconteceu no jogo em Milan, onde a torcida começou a ressaltar cantos racistas contra o meia, deixando-o indignado ao ponto de jogar a bola contra a torcida e sair da partida.

Além disso, há também o caso do jogador Daniel Alves, em 2014, em que, antes de chutar a bola no escateio diante do jogo do Villarreal e Barcelona, comeu uma banana – a qual a torcida havia jogado no campo.

Daniel Alves traz representatividade ao combate ao racismo no esporte. / Foto: Veja.

Relembre outros casos aqui.

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Por Amanda Marques – Redação Fala!

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