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Empresária conta ter sido agredida no Villa Mix, entenda o caso

Empresária conta ter sido agredida no Villa Mix, entenda o caso

Foto: Reprodução Instagram

O episódio teria acontecido na madrugada do último domingo (5), por volta das 3 horas da manhã, onde a diretora de marketing Taynara Diniz alega ter sido agredida por cinco seguranças da casa noturna sertaneja Vila Mix, após ter se envolvido em uma discussão com um rapaz, o qual, teria propositalmente, jogado bebia em seu rosto. Segundo Taynara ela tentou reagir e os seguranças a impediram, a levando para um sala nos fundos do estabelecimento, onde ela disse que a espancaram.

“Levei socos na cabeça, nos olhos, nas costas, chutes nas pernas, tive o meu vestido rasgado, além da humilhação que passei. Outras três testemunhas ouviram os meus gritos de desespero e socorro do lado de fora do local, e começaram a bater no portão, pedindo que liberassem a pessoa que estava ali sendo espancada” – Falou Taynara em seu texto nas redes sociais

Ela também conta que os seguranças tomaram seu celular quando ameaçou chamar a polícia, deixando-a sem nenhuma forma de comunicação e só conseguiu recuperar o objeto após o ocorrido, quando seu pai ativou o recurso “encontrar meu iphone”. O aparelho foi encontrado dentro do lixo da boate.

A balada fica localizada na Vila Olímpia, na Zona Sul de São Paulo e a casa já foi acusada de racismo em mais de quatro relatos diferentes. Em um dos casos, a casa obrigava a recepcionista a barrar pessoas negras e, após um processo, teve de indeniza-la com 60mil reais por danos morais. Vários depoimentos de pessoas que frequentaram a casa alegando terem sofrido racismo, machismo e entre outras formas de discriminação são encontrados nas redes sociais.

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Villa Mix São Paulo, vocês são um LIXO. Até quando vão se safar de agressões e praticas de racismo, entre outras histórias que abafaram? Ontem, dia 05 de maio, eu fui ao Villa Mix com uma amiga. Na pista de dança um homem jogou de propósito todo o copo da bebida dele no meu rosto. Por óbvio, a minha reação na hora foi a de também soltar o meu copo, já que na hora fiquei cega pelo álcool da bebida dele nos meus olhos. Ao verem o que estava acontecendo as seguranças da casa me seguraram e me tiraram da pista para evitar uma confusão maior. E então, após uma discussão sobre quem estava certo ou errado, as seguranças, ao invés de me escoltarem até a saída da casa, me levaram para uma sala nos fundos (já conhecida por muitos) onde fui espancada por 5 seguranças, a mais pura covardia e crueldade. Levei socos na cabeça, nos olhos, costas, chutes nas pernas, tive o meu vestido rasgado, além da humilhação que passei. Outras 3 testemunhas ouviram os meus gritos de desespero e socorro do lado de fora da casa, e começaram a bater no portão, pedindo que liberassem a pessoa que estava ali sendo espancada. Nisso um segurança (o mesmo que estava me segurando) abriu o portão e falou “está tudo bem, não está acontecendo nada” … após muita insistência e após dizerem que a polícia estava a caminho, abriram o portão e me jogaram para fora como um animal. Assim que começaram as agressões (dentro da tal sala), eu comecei a ameaçar chamar a polícia, nesse momento roubaram o meu celular me deixando lá presa sem qualquer comunicação. Só pararam de me bater quando eu parei de me debater e fingi um desmaio. Assim, levante e corri, atravessei a primeira porta e fui segurada por outro segurança na porta que dava acesso para a rua. Onde gritava mais alto por socorro. Engraçado que, após a chegada da polícia, meu pai tentou localizar meu celular pelo “find my iPhone” e menos de 5 minutos depois o celular foi entregue por um faxineiro da casa ao policial falando que meu celular foi “encontrado” no lixo (suspeito ou não?). ESSE NÃO É O PRIMEIRO RELATO E NÃO SERÁ O ÚLTIMO. O gerente da casa inventou muitas histórias, tudo para se safarem . Acredito que esse texto não dê em

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Em nota, a empresa disse que “na data referida, a jovem acusadora, conforme ela mesmo admite, teve um desentendimento com outro cliente gerando tumulto capaz de colocar em risco a integridade física dos envolvidos e de terceiros. Nesse momento, a equipe de segurança, composta de colaboradores de empresa terceirizada e especializada em eventos/casas noturnas, foi acionada para resolver a situação.”

A equipe de seguranças acusados sobre a agressão disse que Taynara estava descontrolada devido a discussão que acabava de ter e que os teria agredido de forma física e moral.

A empresa também diz que está acompanhando a apuração dos fatos e colaborará com as autoridades para esclarecer o lamentável acontecimento, além de determinar à empresa de segurança terceirizada o afastamento imediato dos seguranças acusados até o caso ser concluído.

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