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Os 10 melhores filmes da Marvel, incluindo Vingadores – Ultimato

Os 10 melhores filmes da Marvel, incluindo Vingadores – Ultimato

Vingadores – Ultimato chegou! E para você que ficou aí, refletindo qual entre todos os filmes da Marvel é o melhor, o Fala! trouxe uma lista dos 10 melhores filmes da Marvel – fique livre para discordar e mandar o seu ranking nos comentários!

10- Homem de Ferro (2008)

É fácil dar importância a Homem de Ferro, já que ele deu início ao MCU, transformando os Estúdios Marvel em um dos maiores sucessos de bilheteria já vistos.

O mais incrível na produção é que, mesmo sendo o primeiro, ele se manteve no nível dos sucessores. Ele é cinematograficamente limpo, o CGI é refinado e bem moderno para a época. Se fosse lançado hoje, a audiência provavelmente questionaria a ausência de elementos fantásticos, que tornaram-se tão comum nos filmes da Marvel, mas se envolveria com o enredo da mesma forma.

9- Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

Tudo estava pronto, todas as peças no tabuleiro para a chegada de Vingadores: The Avengers em 2012. Só faltava uma coisa: apresentar o rei, o grande, o supremo, o primeiro de todos os vingadores, o Capitão América. Recheado de originalidade, o filme pode não parecer tão atrativo em um primeiro momento. Mas, depois de assistir os filmes da Marvel que vieram em seguida, ele passa a fazer mais sentido e se torna completamente envolvente – mais do que os filmes da Marvel já são.

8- Pantera Negra (2018)

Pantera Negra une o MCU ao mundo real, coloca o heroísmo em confronto com o racismo americano ( do passado e do presente) e traz a representatividade negra ao MCU, que não era impactante até o filme ser lançado.

A história do herdeiro do trono de Wakanda fala de família, sociedade e cultura. O próprio diretor Ryan Coogler levou o filme para o lado pessoal:  “Para mim, Pantera Negra lida com a pergunta que tenho me feito desde que era jovem: o que significa ser africano?”.

O Pantera Negra aparece pela primeira vez em Capitão América: Guerra Civil, o que fez o público esperar por um filme solo do herói para aprender mais a respeito da história dele.

7- Guardiões da Galáxia (2014)

A narrativa de Guardiões da Galáxia foi a maior aposta da Marvel até agora, ao tentar vender um guaxinim falante e uma árvore que anda para a audiência geral. Isso é verdade só até certo ponto, porque devemos lembrar que um deus nórdico, um soldado da Segunda Guerra ou uma armadura de robô que voa, solta bombas, etc. eram grandes novidades antes de se tornarem coisas convencionais.

Não era uma aposta segura, para a Marvel, criar um grupo de heróis sem um personagem que se destaque mais. Mas no momento em que Chris Pratt começa a dançar “Come And Get Your Love” enquanto o título preenche a tela, o filme ganha confiança e se torna a mistura perfeita dos super heróis da Marvel com as ficções científicas de Star Wars.

6- Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Vendido como a primeira parte do ponto alto do MCU, Vingadores: Guerra Infinita não se compara nem um pouco com as narrativas comuns. O filme tem mais de 20 super heróis, todos com funções importantes. É incrível ver Bucky e Rocket deixarem de ser só meme ou ver Steve Rogers conhecer Groot. Mas a única forma de tornar essa história mais complicada é pela perspectiva do vilão Thanos, que provavelmente foi a decisão mais inteligente dos irmãos Russo em todo MCU. Guerra Infinita é difícil de analisar pelos seus próprios méritos, considerando que seu fim é gancho para Vingadores: Ultimato. Mas é impossível negar sua audacidade no desfecho.

5- Os Vingadores: The Avengers (2012)

VIngadores: The Avengers foi o que transformou o MCU em uma verdadeira mega-franquia, como é até hoje. Até 2012, a Marvel se definia apenas como um grupo capaz de produzir bons filmes de ação constantemente, com grandes personagens. O lançamento desse filme em maio de 2012, dois meses antes da estreia de Batman: O Cavalheiro das Trevas Ressurge, tornou o MCU não só o melhor, mas também o mais influente universo de Super Heróis do cinema. Muitos estúdios tentaram construir seus próprios universos compartilhados, mas não tiveram tanto sucesso.

4- Capitão América: Guerra Civil (2016)

Capitão América: Guerra Civil se parece muito com Batman vs Superman: A Origem da Justiça em vários aspectos, desde o macro – o universo compartilhado se divide em dois porque os maiores heróis entram em conflito – até o micro – a luta é ditada pelas emoções dos personagens por causa das respectivas mães que morreram. Mas o que surpreende é que, quando os dois filmes saíram em maio, foi a DC quem fez mais sucesso. Esse foi o início de uma fase nova do MCU, em que os heróis da então série B começaram a fazer mais sucesso que os grandes heróis.

3- Homem Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Depois da primeira metade de Homem Aranha: De Volta ao Lar, parece que a vida de Peter Parker finalmente entrou nos eixos. Sua vida de super herói está em segundo plano, ele está para conseguir levar a menina que gosta para o baile. Ele toca a campainha da casa dela e… Abutre abre a porta, e faz com que os dois lados da vida dele entrem em confronto. É o melhor twist do mundo em um filme de super herói – a ideia do vilão ser o pai da amada do herói é um truque meio clichê, mas De Volta ao Lar renova essa ideia. A história está o tempo todo com Peter Parker, desprovida das interações típicas do MCU ou de qualquer contexto da franquia do Homem Aranha, provando o quão bom é o filme dirigido por Jon Watts.

O filme se encaixa perfeitamente no Universo Marvel, e conta com Tony Stark como uma figura paterna que faz valer a pena toda espera pelo filme. Os três aspectos –  filme, personagem, universo – se uniram tão bem que resultaram em um dos filmes mais satisfatórios da Marvel.

2- Capitão América: O Soldado Invernal (2014)

O que faz esse filme ser tão bom foi na verdade acidente: o que ele conta sobre espionagem moderna e invasão da liberdade se alinha tão bem com a história do vazamento da NSA, a agência de segurança nacional dos Estados Unidos, por Edward Snowden, que é incrível pensar que o filme já estava sendo produzido quando isso aconteceu. Essa foi a primeira produção Marvel dos irmãos Russo, e a ela se deve os trabalhos seguintes tão valorizados do time. A ação tem o peso adequado na história, e há uma presença equilibrada de personagens, cada um tendo seu próprio impacto no desenrolar dos fatos, tão impressionante quando o malabarismo das duas dúzias de heróis em Vingadores: Guerra Infinita.

1- Vingadores: Ultimato

Quase um ano depois de Vingadores – Guerra Infinita, Vingadores – Ultimato chegou prometendo muitas coisas: vingança, redenção, e um tempo de duração que é um atentado a todo mundo que deixou o carro no estacionamento do shopping. Mas o filme cumpre com todas as expectativas, dividindo as três ambiciosas horas entre grandes heróis, eras e batalhas insuperáveis.

Quando a história se inicia, no entanto, os heróis sobreviventes de Guerra Infinita não parecem dispostos a encarar a missão. Tony Stark (Robert Downey Jr.) se encasula em uma barraca no campo, Viúva Negra (Scarlett Johansson) está encarando problemas pelo Espaço enquanto come sanduíches de manteiga de amendoim fajutos, Thor (Chris Hemsworth) passa seus dias bebendo cerveja e tendo ataques de pânico em um roupão.

Até a Capitã Marvel (Brie Larson) tem outras galáxias para se preocupar. Mas o Homem Formiga (Paul Rudd) tem o segredo que faz os Vingadores voltarem no tempo e coletar as Joias do Infinito que provocaram o terrível estalar de dedos de Guerra Infinita.

Isso significa mais uma chance para ver o Capitão América (Chris Evans) e o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) mostrar os poderes com o escudo e o arco e flecha. Também é uma chance de ver Hulk (Mark Ruffalo), que aprendeu a dominar seu super poder, finalmente combinando a força do Hulk com o cérebro Banner.

Thanos, ainda é um formidável anti-herói, com sua bravata ameaçadora – “Eu sou inevitável”, ele fala mais de uma vez – e seu queixo furado, como uma grande baleia de veludo. Ah, e os diretores Joe e Anthony Russo, veteranos do MCU, dessa vez se superaram, filmando com maestria cada cena, e dando valor e relevância a cada herói que surge na tela. Os diálogos são divertidos e bem escritos, e a narrativa tem um ritmo equilibrado que quase nos faz esquecer que estamos há 3 horas sentados em uma sala de cinema.

Com nada mais, nada menos que o destino do mundo em ameaça, Ultimato tem uma urgência esperada, mas também, uma inevitável melancolia – não por tudo que foi perdido, mas por tudo que não vai voltar. Depois de 11 anos, 22 filmes, e incontáveis pós créditos fazendo referência a Easter Eggs, Vingadores – Ultimato encerra 10 anos de filmes do MCU com maestria.

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