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Maconha: famosos brasileiros que já fumaram

Maconha: famosos brasileiros que já fumaram

O uso recreativo da maconha por artistas é algo cada vez mais comum. Alguns falam abertamente sobre o assunto. Outros, nem tanto, mas já foram flagrados fumando o famoso “baseado”.

Mas você sabe quem são os brasileiros que já usaram a cannabis? Ou que, até mesmo, já tiveram seu uso revelado? Então confira abaixo.

 

Dado Dolabella

Ex-ator da Globo, agora na Record, Dado Dolabella, disse, anteriormente, no programa Hoje em Dia, que já utilizou maconha durante muito tempo e que “fumava para distrair, para esquecer os problemas”. Além disso, o ator também já foi detido por portar certa quantidade da droga.

Marcello Antony

O ator da Globo foi preso enquanto tentava comprar cerca de 100 gramas do entorpecente. Segundo a polícia, ele foi flagrado comprando a droga em frente a um hotel na avenida Borges de Medeiros, em Porto Alegre.

Gilberto Gil

Em entrevista à QUEM, Gil disse que a droga o ajudava a compor, e acrescentou: “A maconha ajudou a minha música, sempre digo isso com toda a certeza. A maconha me ajudou pela criatividade, pelo modo do seu uso. Para o tipo de uso que eu queria fazer, ela me ajudou, sim.”

Caco Ciocler

O ator foi abordado por policiais que acharam uma pequena quantidade de maconha no carro dele quando voltava de Búzios, no Rio de Janeiro. “Já fumei muita maconha. Me abria a cabeça para outros tipos de percepções. Fumava para ser mais sensível”, revelou o ator em 2006, em entrevista à revista Quem.

Gregório Duvivier

Em um debate a respeito da descriminalização, realizado em novembro de 2015, o humorista declarou que planta maconha em casa. No Instagram, ele também já postou uma foto fumando.

Eduardo Suplicy

No programa CQC, o político – que já foi o vereador mais votado da cidade de São Paulo – disse que fumou algumas vezes quando era jovem.

Betty Faria

“É uma mentira dizer que mexe com a memória, porque eu já fumei muita maconha e nunca tive problema de memória. E minhas colegas que tomam remédio pra dormir, na hora de gravar não sabem o texto”, disse ela em recente entrevista a Pedro Bial.

 

2 Comentários

  1. Marcello Castellani
    5 meses ago

    Um estudo sobre o efeito do uso de drogas por longo prazo mostra que aqueles que começaram a utilizar maconha quando adolescentes podem chegar à meia-idade com uma deficiência de oito pontos no QI (quociente de inteligência) se comparado aos não usuários.

    A pesquisadora Madeline Meier, da Universidade Duke, nos Estados Unidos, utilizou como base um estudo que acompanhou mil pessoas em Dunedin, Nova Zelândia, desde o nascimento até os 38 anos de idade. Os dados permitiram comparar os teste de QI feitos com os participantes na idade dos 13 — antes do uso de maconha — com os testes de QI quando adultos; em alguns casos, depois de anos de uso da droga.

    O estudo mostrou que aqueles que desenvolveram uma dependência da droga apresentaram maior declínio de QI, perdendo seis pontos na média, independentemente do quão cedo o hábito começou. Dentro desse grupo, aqueles que começaram a usar a droga antes de seu aniversário de 18 anos apresentaram um declínio subsequente de 8 pontos em média no QI.

    Além disso, amigos e parentes próximos dos usuários de maconha informaram que eles tiveram problemas cada vez mais frequentes de memória e de atenção. Segundo os pesquisadores, o dano não parece ser reversível depois de os usuários deixarem o hábito. Mas eles afirmam que quando o uso da maconha começa após o 18º aniversário, os danos são menores.

    — Este estudo é o primeiro a oferecer evidências de que a maconha provoca, de facto, efeitos neurotóxicos em cérebros jovens — diz Meier.

    Segundo o psiquiatra, especialista em dependência química, Jorge Jaber, presidente da Associação Brasileira de Álcool e Outras Drogas, a pesquisa só confirma o que na prática é notado pelos médicos:

    – Há pelo menos dez anos já vínhamos percebendo esta perda cognitiva, principalmente nos jovens, porque neles não se deu o amadurecimento completo do cérebro.

    O especilaista explica que a maconha provoca a contração dos vasos sanguíneos e, portanto, diminui o aporte de sangue no cérebro. Com isso, reduz-se a chegada de oxigênio e de glicose, importantes substâncias para o desenvolvimento das células cerebrais. Isto afeta principalmente o lobo frontal, região relacionada ao pensamento abstrato e à memória. Jaber alerta que o comprometimento cerebral pode ser notado em cerca de 70% dos adolescentes que fazem uso contínuo da droga. Segundo o psiquiatra, a cannabis também pode provocar a diminuição do volume dos neurônios, assim como a sua destruição.

    – A linguagem é a primeira a ser afetada. O uso frequente de gírias, tida como normal da idade, em alguns casos, já pode ser um sintoma. Depois, o usuário vai perdendo a motivação intelectual e os interesses alternativos, como no esporte e na cultura- alerta Jaber.

    Todos esses famosos que apreciam a maconha tem déficit cognitivo. Basta apenas olhar o tal Duvivier para perceber isso claramente.

    • OG
      5 meses ago

      Por isso essas coisas são para maiores de 18 ou 21 anos onde seu uso é legalizado.