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MACKBIXOS18 – O Fala! estava lá e te mostra o que rolou na festa

MACKBIXOS18 – O Fala! estava lá e te mostra o que rolou na festa

Bem-vindo ao MACKBIXOS! A festa mais esperada de todos os bixos e bixetes de comunicação, e que os veteranos não perdem por nada. Minha primeira festa da faculdade e a que eu, religiosamente, estou presente em todos os semestres. Às vezes a preguiça bate (e o bolso pesa), mas não tem como perder. A gente até tenta resistir, mas eles sabem como nos persuadir. Primeiro, o diretório publica o lugar onde será realizado e depois vem o open. Vamos combinar que já nos convencem aí, mas quando liberam as atrações… Aí não tem jeito. Eu preciso ir.

Este semestre foi um pouco diferente, fui convidado a realmente prestar atenção na festa e nas pessoas. Até porque eu estava fazendo a cobertura do evento. Eu tinha que “sentir a atmosfera”. Além de tudo, foi o primeiro Mackbixos no qual todo mundo estava de branco; era como se fosse uma festa de renovação, talvez dos ânimos, para se aliviar do estresse, esquecer um coração partido, ou só para se divertir com os seus amigos. Percebi várias câmeras captando toda essa energia, a galera se divertindo muito. Não teve chuva que contivesse todo aquele clima. E, na boa, que chuvinha besta. Ficou aquele “chove, mas não molha” a noite toda (como se isso fosse problema para uma leva de universitários embriagados de amor mackenzista).

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Bom, independente de qualquer desavença, eis que chegou uma das horas mais esperadas da festa: o show da Tati Zaqui. Pausa dramática. Expressões de perplexidade. Okay. A funkeira de cabelos azuis, literalmente, fez todo mundo rebolar com “Água na Boca”. Seus dançarinos são um show à parte! Com uma energia gigante (e um popô também), ela ainda chamou algumas pessoas ao palco e fez todo mundo dançar com seus dançarinos. Inesquecível!

Mas, relaxa aí, não acabaram as atrações. E a Família Madá? Preciso dizer alguma coisa? Acho que nem preciso mencionar o quanto os caras mandaram bem na pista principal. Só um adendo: como faz para me recuperar da pedrada na mente que eles me deram? Absurdo. Que energia. E não era um ou outro, eram todos. Todos sintonizados na mesma vibe, curtindo o momento e, claro, todos estávamos (eu espero) sem entender absolutamente nada. Completamente neutralizados. A noite, como um todo, foi incrível, mesmo.

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Mas, não sei o porquê, eu tenho um sério problema que é: adorar ver o antes e depois das pessoas. No começo, todos lindos e maravilhosos (e de branco); enquanto no fim… bom, não foi das mais belas cenas. Todos molhados, desnorteados, borrados, mas – dizendo por mim – nada que não tenha valido a pena. Todos saíram rindo, embora muito tenha ficado para trás (desde pertencestes até a própria dignidade). E um outro fato que eu gosto bastante (estranho, novamente): a volta para casa. Na boa, eu costumo gostar muito do caminho de volta, porque costuma ser quase que uma jornada sem fim até a terra do nunca, mas essa eu vou ficar devendo… Até porque eu não tenho a menor ideia de como fui parar em minha cama.

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Clique AQUI e confira nosso álbum completo da festa.

 

Por: Sérgio Henrique, Bruna Matos e Julia Jannuzzi – Fala!M.A.C.K

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