Lygia Fagundes Telles, a dama da literatura brasileira
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Lygia Fagundes Telles, a dama da literatura brasileira

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Escritora, procuradora, presidente da Cinemateca Brasileira e membro da Academia Paulista de Letras e também da Academia Brasileira de Letras. Lygia Fagundes Telles, nascida em 1923, filha de uma pianista e um advogado, publicou seu primeiro livro de contos, Porões e sobrados, aos 15 anos.

Lygia Fagundes Telles
Lygia Fagundes Telles. | Foto: Reprodução.

Foi aos 31 anos, com a publicação do romance Ciranda de Pedra que a autora chegou a um novo nível, em sua carreira, para o público e para a crítica literária. Alguns anos depois, em 1958, a autora recebeu o Prêmio do Instituto Nacional do Livro, com Histórias do desencontro.

Durante a década seguinte, Lygia teve uma fase muito premiada. Em 1963, Verão no aquário garantiu o Premio Jabuti e, em 1967, junto a seu marido (um crítico de cinema), a autora conseguiu o Premio Candango pelo roteiro feito para o filme Capitu, baseado na obra Dom Casmurro, de Machado de Assis.

Outras premiações de Lygia Fagundes Telles

Nas década de 1970, a autora seguiu com sua trajetória de premiações, consagrando sua carreira com publicações de extremo sucesso, como Antes do Baile Verde, que a levou a receber o Prêmio do Concurso Internacional de Escritoras, na França. As duas décadas seguintes trouxeram ainda mais prêmios à Lygia. A cada ano, mais prêmios se acumularam ao currículo da Dama.

Suas obras trazem muito de si, sua responsabilidade com a sociedade, sua preocupação com os temas mundiais. Tudo em uma escrita que leva os leitores a um outro patamar, sua forma imagética de literária torna mais fácil imaginar e sentir as situações descritas em suas páginas.

Para fechar com chave de ouro, não posso deixar de citar que a Dama da literatura brasileira foi, em 2016, indicada para o Prêmio Nobel de Literatura, sendo a primeira mulher indicada pela União Brasileira de Escritores (UBE), reafirmando sua jornada poética, rica de prêmios e contribuições para a Literatura Brasileira e Mundial.

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Por Larissa Almeida – Fala! Uniso

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