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O Fala! colou no Lollapalooza 2018! Confira como foi

O Fala! colou no Lollapalooza 2018! Confira como foi

Por Jennifer Dias – Fala!PUC

O Lollapalooza é um evento que cresceu muito, além das edições em nossos vizinhos na América do Sul, Argentina e Chile, o festival em si ganhou um dia a mais que as edições anteriores e isto com motivo: o público, principalmente o brasileiro, tornou-se apreciador do evento tanto pelas atrações quanto pela liberdade de estilo que este oferece somado a todas as atividades trazidas pelos patrocinadores.


Um verdadeiro parque de diversões para aqueles que são adeptos às redes sociais, que gostam de postar novidades, looks e seus gostos musicais. Tudo nele é para se fotografar, curtir e ouvir. Uma verdadeira corrida pelo autódromo de Interlagos espalhando quatro palcos (Budweiser, Onix, Axe e Perry’s Doritos), com inúmeros artistas e diversas atrações.
Shows como Chance the Rapper, Red Hot Chili Peppers, Anderson Paak, Pearl Jam, Milk Chance, The Neighbourhood e The Killers foram uns de muitos apresentados no palco da Budweiser.

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Chance The Rapper

 Anderson Paak

 

                           Resultado de imagem para red hot chili peppers lolla brasilRed Hot Chili Peppers

 

Pearl Jam

The Neighbourhood

 

The Killers

O Onix, segundo maior palco do evento, deixou um pouco a desejar, sendo um dos que mais teve problema no festival. O show de de Imagine Dragons foi um exemplo dessa falha técnica, se tornando o show mais frustrante do Lollapalooza 2018.  O som não alcançava os ouvidos de todos que estavam ali para ouvir. Conjunto de palmas e vaias foram soltadas pelo público do fundo pedindo para a banda aumentar o volume. Muitas pessoas abandonaram o show e foram aproveitar outros espaços do evento. Entretanto, o palco se manteve em boas condições no momento do show de Lana Del Rey, a cantora dominou a cena e sentiu o amor dos fãs brasileiros quando gritaram “Lana,I love you” repetidas vezes durante sua apresentação.

O Axe foi indicado para artistas mais recentes ou então com um número de plateia menor. Nele foram apresentados shows de Zara Larsson, Kygo, Aurora e Wiz Khalifa.

Aurora foi escolhida de última hora para se apresentar no lugar de Tyler, the Creator e se superou, cativou os fãs e não continha a felicidade de saber que havia tantas pessoas que escolheram estar ali para vê-la. O Show de Aurora, acabou se qualificando bem, pois parecia mais uma abertura para o show de Lana Del Rey.

Organização, marketing, entretenimento  

Os organizadores souberam lidar com o espaçamento e com a ideia de colocar banheiros e servidores próximos dos palcos, sendo muitos deles bem elaborados e colocados em diversos lugares do festival, de forma que facilitou para o público não precisar andar muito, não enfrentar filas grandes, evitando assim, congestionamento de pessoas.

Mas a falta de lixeiras tornou-se um problema. O festival recebeu patrocínio da Budweiser. Acredita-se que o objetivo da empresa foi ceder copos reutilizáveis com o intuito de evitar criação de lixo e desperdício de material. O objetivo de dar copos colecionáveis funcionou bem, entretanto, os participantes, talvez, não entenderam direito a ideia. Foram encontrados copos espalhados por todo o evento.

Assim, surge a dúvida: não venderam bem o conceito de que os copos eram pra evitar o acúmulo de lixo ou isso se deu ao fato de falta de lixeiras pelo autódromo? Essas eram escassas, principalmente pela região do banheiro onde se percebia o mar de dejetos… uma ideia sustentável, mas nem tanto.

Lugares como salão de beleza, barbearia, tatuaria – atraçoes da Budweiser – tiveram espaço no festival e a jogada de marketing estava em alta, com formas criativas de entreter ao máximo a população. Ali se via a roda gigante da SKY, Kamikase da Chevrolet, a pirâmide de segredos da Doritos ou o gigante slackline da Axe, competições do BRPRemia, uma piscina de bolinha da Prevent Senior e um centro de energéticos Fusion. Teve também o espaço do Next, banco digital do Bradesco, fora o touro mecânico e uma espécie de canhão de prêmios que distribuía sacolas, bandanas, cangas, capas de chuva,visita ao backstage e muito mais.

O Lollapalooza obtinha uma linda decoração chamando a atenção para selfies, fotos e admiração do pessoal. O ambiente de descanso e a área de alimentação teve vantagem quando necessário, apesar de o preço já não ser tão vantajoso assim.

Moradores de rua que montam os palcos de Lollapalooza?

Denúncias nas redes sociais tem causado dúvidas e incredulidades diante uma informação que tem se espalhado, dizendo que os palcos do festival são montados por moradores de rua. O comunicado diz que trabalham 12h por dia, ganhando menos de R$50 e uma marmita, sem garantia alguma de direito trabalhista. Não se sabe exatamente a fonte desse rumor, porém há um relato no site do Padre Júlio Renato Lancelloti que possui entrevista com moradores de rua e comentários confirmando essa questão. Será apenas um boato ou fatos mascarados pela mídia?

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