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Saiba quem apoiou a Lei do Veneno

Por Karolyne Oliveira – Fala!Cásper

Na última semana, a “lei do veneno” passou pela câmara dos deputados, em um curto espaço de tempo. Em 2017, no Canadá, considerado o melhor país em qualidade de vida do mundo, segundo um estudo divulgado pelo U.S News em parceria com Y&R’s BAV e Wharton, o uso recreativo da maconha foi aprovado, enquanto em terras brasileiras são permitidos o uso de 14 agrotóxicos proibidos no Canadá. Duas realidades, muito distantes uma da outra: qual governo envenena sua população?

Foto: Mídia Ninja

Consumimos 5 litros de tóxicos por ano, sem nos darmos conta, através da alimentação. A nossa saúde está sendo comprometida em prol do interesse econômico de poucos, e em ano de eleição é importante saber quem são os nomes por trás disso, são eles:

Adilton Sachetti (PRB-MT), Alberto Fraga (DEM-DF), Alceu Moreira (MDB-RS), Celso Maldaner (MDB-SC), César Halum (PRB-TO), Covatti Filho (PP-RS), Fábio Garcia (DEM-MT), Geraldo Rezende (PSDB-MS), Junji Abe (MDB-SP), Luís Carlos Heinze (PP-RS), Luiz Nishimori (PR-PR), Marcos Montes (PSD-MG), Nilson Leitão (PSDB-MT), Prof. Victorio Galli (PSL-MT), Sérgio Souza (MDB-PR), Tereza Cristina (DEM-MS), Valdir Colatto (MDB-SC) e Zé Silva (SD-MG).

Diversos nomes e personalidades promoveram o levante contra esta sabotagem contra o povo brasileiro, e os efeitos estão surgindo. Alguns abaixo-assinados estão circulando para impedir isso, para participar basta clicar aqui.

Existem alternativas para este tipo de política. A Dinamarca é um exemplo:  o país europeu pretende até 2020 se tornar um país 100% orgânico, com produtos livres de tóxicos; o programa está em andamento há mais de 20 anos.

Os antídotos para esse veneno em nossa mesa são muitos, entre eles se destacam dois: a agricultura familiar, praticada em pequenas propriedades com mão de obra predominantemente familiar, um contraponto aos grandes latifundiários que levam todo o livro para seus próprios bolsos. E política nacional de redução de agrotóxicos – é o Projeto de Lei 6670/16, que tem como proposta a diminuição gradativa do uso de tóxicos das produção agrícola, pecuária, extrativista e nas práticas de manejo dos recursos naturais, promovendo saúde e sustentabilidade para a população, além de prever auxílio financeiros para segmentos de produção limpos, ou seja, o total oposto do Projeto de Lei do veneno, mas ela foi ignorada pela câmara.

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